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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Surprise \o/



Minha amiga secreta -já sabem que é uma garota, então- é a dona de um blog maravilhoso. Eu já tinha passado pelo blog dela com um pouco de pressa, então não deu para fazer maiores comentários a respeito. E quando eu recebi o e-mail com o nome do meu amigo oculto, eu fiquei boquiaberta. Do tipo, "Nossa, não acredito que é ela!"
Eu adorei e fiquei muito feliz em ter tirado-a. E dessa vez eu passei com mais calma pelo blog dela e olhei quase tudo, mas ainda não fiz nenhum comentário e não segui para não levantar suspeitas de que eu a tinha tirado AISUAISUSAUI. Mas terminando o post eu volto lá.
Observando o blog e as postagens dele, eu pude perceber que quem o escreve, o faz muito bem. Postagens lindas e eu adorei. Tudo lá com a dose certa de sentimentos, que até chegam a te tocar de alguma forma.
Eu não sei o que mais dizer.... Não sou muito boa nisso, mas enfim. Adorei minha amiga oculta, adorei o blog dela e amei ter participado do Amigo Secreto.



E chegou a hora de revelar minha amiga secreta... tan tan tan taaaaaaaaan *suspense*
É a linda da Iorgama Porcely, do blog Sonho de uma Flauta. Parabéns pelo blog, querida!

Beijos e me liga pra contar do seu amigo secreto :*


PS: Essa foi uma brincadeira super legal que fizemos. Sorteamos os nomes e como presente deveriamos fazer um post para o nosso Amigo Secreto. Eu adorei *-*
PS2: Me lembrei de avisá-los sobre as postagens especiais de fim de ano. O esquema vai ser: para o Natal um texto de gênero aleatório no dia 24/12 e um conto no dia 25/12. No Reveillon, um conto no dia 31/12 e um texto no dia 01/01. Espero que gostem.
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O poder sobre você mesmo, na verdade não existe.




Isso não estava em meus planos. Me apaixonar, quero dizer. Não era uma coisa que eu queria, nem uma coisa que eu esperava e muito menos uma coisa que eu acreditava. Mas mesmo não querendo nada disso, no fundo eu sabia que iria acontecer, mas optei por seguir em frente na esperança de que eu estivesse errada. Naquela época, confiava tanto em mim mesma a ponto de pensar que poderia evitar qualquer tipo de sentimento, inclusive a paixão. Por que não foi amor o que eu senti, disso eu tenho a mais plena certeza. Tudo aquilo era paixão; você sabe quando não é amor. Era aquele sentimento de desejo, misturado com afeto, diluído em uma dose de carinho e com uma pitada de ciúmes.
Hoje eu vejo o que era o mais óbvio: eu estive apaixonada. Mesmo com todo mundo me apontando e dizendo que eu estava perdida na paixão, o que eu mais fazia era desmentir tudo e inventar mil argumentos que provassem aos outros que eu não estava sentindo aquilo. Simplesmente porque tudo que eu mais queria era convencer a mim mesma disso. Me convencer e convencer minha própria mente e meu coração de que eu não estava apaixonada, porque no fundo eu sabia que não deveria estar. Que certamente eu sofreria mais tarde. E sofrer também não estava em meus planos.
Não me arrependi de ter feito tudo que fiz. Porque, por maior que esteja sendo o meu sofrimento agora, eu posso erguer a cabeça e dizer que fiz o que eu mais queria naquela época, que fui feliz pelo menos naquelas horas que estivemos juntos. E acho que pela primeira vez na vida, eu não pensei duas vezes antes de fazer alguma coisa. Eu não me dei tempo para pensar e repensar em possíveis consequências, e talvez seja exatamente por isso que eu não me arrependo. Se não durou mais do que esperávamos, pelo menos me rendeu muitas lições.
E acredito que o que eu aprendi de mais valioso nisso tudo, é que não importa qual seja sua vontade, você não consegue brigar com o próprio coração. Independente das consequências e dos seus próprios princípios, o coração é extremamente não-influenciável. E tentar não acreditar em uma coisa que no fundo você sabe que é verdade, é o mesmo que enganar a si mesma.
E quanto ao sofrimento atual, já passei por isso inúmeras vezes e consegui me levantar mais forte do que nunca. Por que dessa vez seria diferente? Nada que o velho e bom tempo ou um novo amor não resolvam.

Beijos e me liga pra contar das vezes que tentou brigar consigo mesma :*

PS: Esse foi mais um graaaande desabafo, do que um post. Eu acho que precisava colocar isso para fora e assumir algumas coisas.
PS2: Essa semana eu resolvi entrar em clima de Natal no blog, tendo em vista que a minha família está tão desempolgada, que nem a típica árvore foi montada esse ano. Então nada melhor do que eu decorar pelo menos o meu cantinho :) Se alguém aí não gostou do layout, ou tem alguma sugestão, manifeste-se! Nada melhor do que a sua opinião para me ajudar :)
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Talvez seja essa a solução.


Esqueça da minha voz, esqueça do meu abraço. Esqueça do meu olhar e das minhas palavras. Esqueça onde eu moro, esqueça a cor do meu carro. Esqueça os meus gostos e minhas preferências. Esqueça dos meus medos, esqueça dos meus desejos. Esqueça de tudo que já passamos juntos e das loucuras que já fizemos. Esqueça de todas as nossas conversas, esqueça de todas as ligações perdidas. Esqueça de todos os SMS que já te mandei e das vezes que saí só pra te ver. Esqueça o número do meu celular, esqueça de todas as vezes em que eu te enchi o saco. Esqueça o meu e-mail e a minha rotina. Esqueça de tudo que um dia foi sussurrado em seu ouvido, esqueça de tudo que eu tenha te dito. Esqueça da primeira vez que nos vimos e do dia em que nos conhecemos. Esqueça nossas coisas em comum, esqueça de qualquer ligação que tenhamos. Esqueça nossos carinhos e nossos beijos. Esqueça que eu existi na sua vida e tudo que eu causei nela. Me esqueça primeiro, assim poderei viver em paz. Quem sabe assim eu consiga, enfim, esquecer de você.

Beijos e me liga pra contar o que você quer esquecer :*


PS: desculpem o intervalo grande entre cada postagem, é que ultimamente eu não ando bem nem pra escrever, mas enfim.....
PS2: Eu tava querendo mudar as coisas do blog para 2011, então se tem alguma alma caridosa por aqui que saiba fazer layouts bonitinhos e quiser fazer uma pessoa feliz, é só entrar em contato. Ficarei MUITO agradecida.
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Hoje, só hoje.


Hoje eu queria te ver.
Hoje eu preciso te abraçar de qualquer jeito, nem que seja por um segundo.
Hoje eu queria te ver vindo do fim da rua, com um sorriso estampado no rosto que só você tem.
Hoje eu queria que você estivesse aqui, para enxugar todas as lágrimas que estou derramando.
Hoje eu queria ouvir meu celular tocar e ver que era o seu número.
Hoje eu queria te ouvir me chamar, ali no portão, na calada da noite.
Hoje eu preciso sentir você pegar na minha mão e segurá-la como se nunca fosse me deixar ir embora.
Hoje eu queria que você me abraçasse e me erguesse, como fez na última vez em que nos vimos.
Hoje eu preciso ouvir você sussurrar no pé do meu ouvido que eu sou linda e mesmo eu sabendo que não é verdade, acreditar em cada elogio que você me fazia.
Hoje eu só queria voltar a três meses atrás e reviver novamente cada segundo daquela noite.
Só isso. Seria pedir muito?

Beijos e me liga pra contar o que você quer hoje :*


PS1: Tava todo mundo comentando do tal tumblr. Eis que tomei coragem e fiz um essa semana. Não tá lá aquelas coisas né, mas tudo bem. Quem quiser entrar, o link vai estar aqui.
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Embarque.

O dia estava começando e o sol nascera não fazia nem trinta minutos. Estava ali, sentada naquela desconfortável cadeira do saguão do aeroporto e apesar de estar muito cedo, a movimentação ali era bem grande. Olhava para o único relógio que havia por perto e a hora parecia realmente não passar, me deixando cada vez mais angustiada. Quanto menos as horas passavam, mais me dava vontade de fugir daquele lugar e voltar para onde eu nunca deveria ter saído. Mas a vida –ou talvez o destino- me disse que eu já tinha dado o que tinha que dar por ali, que era hora de eu recomeçar minha vida em outro lugar. Talvez um outro país. E eu estava começando a acreditar nisso.
Algumas dezenas de minutos se passaram e som do aeroporto foi aberto, anunciando que os passageiros do voo para os Estados Unidos deveriam encaminhar-se até o portão principal. Me levantei cansadamente e peguei minha bagagem, que até então estava praticamente jogada no chão, ao lado da minha cadeira. Andei alguns metros até chegar na pequena fila que se formava próximo ao portão. Na minha vez, revistaram-me, me pediram o passaporte e encaminharam minhas bagagens até o avião. Dei uma última olhada para trás, e acredito ter deixado escapar um leve suspiro, que fez o homem que estava trás de mim na fila olhar-me com cara de dó. Subi as escadas que ligavam o solo até o avião, e meus passos pareciam pesados. Cada vez que eu avançava um degrau, meu sub-consciente me dizia para largar tudo e voltar. Mas eu precisava ir e no fundo sabia que talvez essa seria a melhor opção.
Entrei dentro da aeronave e passei os olhos em quase todas as poltronas, na tentativa de localizar a minha. Enfim me sentei. O lugar começou a encher de pessoas e cada uma se acomodando em suas respectivas poltronas.
Reparei em cada pessoa que estava ali. Comecei por um homem, que já aparentava ter seus quarenta e poucos anos; folheava um jornal que estava levemente amassado. Lia, com feição preocupada, a página de economia, onde mostrava que o dólar estava em alta. Por um minuto, pude perceber leves traços de desespero em seu rosto. Deveria estar preocupado com negócios.
Ao seu lado, estava uma senhora. Esta já deveria ter passado dos sessenta e estava sozinha. Não parecia estar tão preocupada quanto o homem do jornal, mas tinha em seus olhos uma notável tristeza. Não sei dizer o porquê, mas ela parecia não estar bem. Ela observava o solo, pela janela.
A umas duas fileiras à frente dos dois, estava um casal. Não consegui ver seus rostos, afinal, eu estava mais atrás. Pude notar que eles conversavam com um certo tom de felicidade, provavelmente seriam turistas empolgados com a viagem. Em menos de cinco minutos, a mulher pareceu falar alguma coisa para homem, que não recebeu muito bem o que ela disse. Ele disse algo, que não consegui entender, que fez com que a mulher o xingasse. Cada um virou o rosto para um lado, e evitavam ao máximo qualquer olhar. Confesso que foi um tanto quanto engraçado vê-los ali, parecendo duas crianças de cara virada, uma fazendo mais birra que a outra.
Na poltrona em minha frente, estava uma moça. Loira, cabelos lisos e pele clara; era apenas isso que eu conseguira ver dela. Pelo movimento que seu corpo fazia, ela parecia estar nervosa; levou sua mão aos olhos e em seguida pude vê-la úmida. Provavelmente estaria chorando. Logo em seguida vi que ela lia uma carta. Talvez era esse o motivo de seu choro.
Depois de olhar todas essas pessoas que estavam a bordo, parei um pouco pra refletir. Estava ali, com uma provável preocupação no rosto, como o homem; uma notável tristeza no olhar, assim como a senhora; uma dose de raiva, como a da mulher e um pouco de nervosismo, como a loira à minha frente. E então notei que ali todos tinham problemas, assim como eu; mais graves ou menos importantes, mas tinham. E vi também que por mais que eu brigue comigo mesma, sempre vou estar com problemas, querendo ou não. É natural da vida e nós tinhamos que aprender a lidar com eles.
Respirei fundo e vi o avião decolar. Estava um pouco melhor do que quando havia entrado. Olhei pela janela e o que vi me encantou. A paisagem era absolutamente fascinante, nuvens brancas como a neve, e o céu azul. Tão azul quanto o mar. E então percebi que poderia ,sim, recomeçar minha vida. Aqui ou lá. Da melhor maneira possível. Isso só dependia de mim mesma.

Beijos e me liga para contar do seu embarque :*


PS1: Finalmente um texto que eu tenha gostado de fazer \o/
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui (:

sábado, 20 de novembro de 2010

Carta Para Julieta.



Brasil, 20 de Novembro de 2010.

Querida Julieta Capuleto,

Esta é só mais uma das milhares de cartas desesperadas que você recebe diariamente. Não vou ficar aqui contando a minha história porque, cai entre nós, sei que você deve estar farta de histórias de amor mal resolvidas e de problemas amorosos.
Não quero que você me diga para esperar pelo meu amor verdadeiro, que ele certamente virá. Disso eu sei, e não preciso que a resposta venha de Verona, de uma italiana que foi amada até que a morte os separasse. Mas mesmo assim, quero respostas.
Você, que é uma pessoa com a situação ligeiramente parecida com a minha, acredito que seria a melhor pessoa para me responder. Porque a vida –ou em alguns casos, as pessoas- parecem ser tão cruéis conosco? Quando duas pessoas se conhecem e, de certa forma, se combinam, nada mais justo do que ficarem juntos, concorda? Se fosse para sofrer, o destino não deveria ter permitido que acontecesse. O destino que é todo poderoso, devia ter também o poder de evitar que corações se partissem e que fossemos usadas.
Mas não, não é isso que acontece. Eu sei –e acredito profundamente- que com cada sofrimento aprendemos algo, mas não me importaria de não aprender nada, desde que nunca tivesse sofrido. A vida parece ser um ciclo: você cai imaginando que não conseguirá se reerguer do tombo, mas se ergue e acredita que nunca mais cairá. E o mesmo digo para isso que chamam de amor; parece ser um ciclo vicioso. Você ama e quebra a cara, depois se desacredita de qualquer sentimento até conhecer outra pessoa. Nisso, você cai na besteira de acreditar que talvez dessa vez possa ser diferente, e o tempo passa e te prova o contrário. Mas mesmo assim, mesmo sabendo que no final você vai acabar caída como foi nas tantas outras vezes, você não desiste de insistir nessa besteira toda. Afinal, somos seres humanos e tolos por natureza.
Não procuro o homem perfeito. Eu procuro um ser humano, somente isso. Tento encontrar alguém que seja humano, que tenha sentimentos e que estes sejam sinceros, pelo menos uma vez. Alguém que veja as coisas da maneira certa, que não tente cobrir o mundo com um pano preto, na tentativa de não ter que ver a realidade e sofrer com isso. Mas o mundo está aí, para quem quiser vê-lo, e os mais bobos preferem acreditar que a vida é cor-de-rosa e que tudo vai dar certo. Queria poder acreditar nisso. Não é pessimismo, é realidade.
Mas também não desejo um amor como o seu e de Romeu. Veja o final de vocês... Não quero amar enlouquecidamente e ser amada eternamente, mas morrer no final. Se eu tivesse a oportunidade de ao menos ser amada, que durasse. Eu sei, sou exigente.
Mas enfim, se puder me responder, ficarei grata. E se quiser saber de toda a minha história, passa o seu msn. Afinal, até você receber todas as minhas cartas, provavelmente já estarei casada.

Com carinho, Yasmin.

Remetente: Yasmin Vizeu, São Carlos, Brasil.
Destinatário: Julieta Capuleto, Verona, Itália.

PS: Era para ter ficado diferente, mas a inspiração não ajudou, então.................
PS2: Se você não entendeu muito bem, assista o filme “Cartas Para Julieta” e releia o post (:
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui (:

domingo, 14 de novembro de 2010

Se há vingança, é porque antes houve um coração ferido.


Acordei com o sol batendo em meu rosto. Abri os olhos devagar, afinal, a claridade era forte. Vi através da janela que o dia estava bom, o sol já estava alto e o céu azul. Respirei fundo e fechei os olhos novamente, colocando minha cabeça em ordem e me acordando por inteiro; só depois de alguns minutos eu pude me lembrar da noite passada. Para ser sincera, preferia não ter lembrado.
Olhei para o relógio, que me mostrou já estar um tanto quanto tarde. Nunca dormi tanto, mas acredito que uma boa noite de sono era tudo que eu mais precisava e ao mesmo tempo, uma noite bem dormida era tudo que eu não tive nas últimas semanas. A vontade de ficar ali, estirada na cama sem fazer e nem pensar em absolutamente nada, venceu a idéia de me levantar. Olhei novamente para a janela e percebi que eu realmente tinha uma vista privilegiada; na altura do décimo oitavo andar dava para ver o mar nitidamente. Pensei em me levantar e caminhar pelo calçadão, mas fui derrotada pela preguiça. Estiquei meu braço na tentativa de alcançar meu celular, que estava na mesinha próxima à cama, mas não consegui. Me estressei comigo mesma e essa minha preguiça incontrolável e finalmente, me sentei na cama. Com os pés no chão frio, o cabelo bagunçado e o pijama totalmente amassado, levei a mão na cabeça com o intuito de tirar alguns fios que insistiam em atrapalhar minha visão.
Quando eu menos esperava, a claridade do celular desviou meus olhos e eu pude ver que ele estava tocando. E a música que tocava era a que eu menos queria ouvir naquele momento, simplesmente porque ela me lembrava o que eu queria esquecer. Mas tenho a certeza de que sempre que ouvi-la, vou lembrar de você. Havia um congestionamento de pensamentos na minha cabeça, o que me impediu de atendê-lo. Enfim, o celular parou de tocar e o quarto voltou ao seu silêncio inicial. Peguei o aparelho e vi quantas chamadas perdidas ele tinha registrado. Eram tantas que eu nem podia acreditar; e todas do mesmo número: o seu. Quando vi as chamadas e seus respectivos horários, que eram de dez em dez minutos desde as 02h00 da manhã, percebi que deixei escapar uma lágrima. Não sei dizer ao certo se era uma lágrima de arrependimento, de tristeza ou até mesmo de uma certa felicidade.
De repente o celular começou a vibrar novamente e aquela música que acabava comigo, consequentemente tocou junto. A indecisão de atender ou não ao telefonema quase me destruiu. Involuntariamente -ou de forma instintiva, melhor dizendo- apertei a tecla vermelha, que cancelava a ligação.
Agora havia chegado a sua vez. É a sua vez de sofrer um pouco e sentir na pele como é agradável ser ignorado e ter todas as suas milhares de ligações canceladas. No Jogo do Sofrimento, essa rodada é sua. E não perca mais o seu tempo me telefonando, caso você não mude e não se torne uma pessoa mais humana, muitas teclas vermelhas ainda serão apertadas.

Beijos e me liga pra contar das suas ligações canceladas :*



PS1: Se eu sou uma pessoa má? Com ~ele~ eu sou, mas foi porque mereceu. Acho que consegui transformar um desabafo em conto. Gostei.
PS2: Comente, deixe a sua marquinha (:

sábado, 6 de novembro de 2010

O que impede a felicidade é o medo de tentar.


Medo de sonhar. Medo de acreditar nos sonhos.
Medo do futuro. Medo maior ainda do presente.
Medo do amor e medo de ser amada. Medo de amar.
Medo de acreditar nas pessoas. Medo do mundo lá fora. Medo da insegurança dentro de mim. Medo dos sentimentos das pessoas.
Medo do que pode acontecer e do que nunca acontecerá. Medo de tentar ser feliz.
Medo de fazer e me arrepender. Medo de me arrepender por não ter feito. Medo de viver. Medo de morrer.
Enfim, sou feita de medos. Talvez seja essa minha característica.

Beijos e me liga pra contar dos seus medos :*


PS: Ultimamente ando com post monossilábicos. Talvez seja por que não ando me encontrando nem mesmo em palavras. Vou ver se escrevo um conto para o próximo post, me deu saudades.
PS2 Comente, deixe sua marquinha aqui :)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Beijos e mais beijos.


Adicionar vídeo Beijo de amor, beijo de paixão, beijo com sentimento, beijo de carinho, beijo de emoção.
Beijo sem resposta, beijo roubado, beijo ensinado, beijo com ilusão. Beijo quente, beijo sem graça, beijo esperado, beijo em silêncio.
Beijo em pensamento, beijo em sonho, beijo sonhado, beijo desejado. Beijo inesquecível, beijo de bom dia, beijo rápido, beijo de alegria.
Beijo doce, beijo frio, beijo de leve, beijo com arrepio. Beijo recebido, beijo dado, beijo inesperado, beijo errado. Beijo conquistado ou beijo aliviado.

Beijos e me liga pra contar dos seus beijos :*



PS: Minha estréia com as rimas o/ te garanto, não é lá muito fácil rimar viu...
PS2: Me desculpem a ausência, meu pc tava no conserto, mas já o peguei novinho em folha :)
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

domingo, 24 de outubro de 2010

Problemas II

__Oi gente *--*
__Saudades imeeeeeeeeeeeensas de postar aqui, to com um mooonte de texto pronto, um monte de coisa legal pra colocar aqui. Mas o meu computador deu problema de novo (sim, de novo) e eu não tenho idéia de quando vou voltar, espero que em breve, né?
__Estou quase morrendo por não ter o que ler e acabei descobrindo que viciei nos blogs de vocês. Peço milhões de desculpas por estar fora, não poder postar textos e por não ler e comentar no blog de vocês. Me desculpem, mesmo. Não deixem de ler o blog, acredito que tenha alguns post antigos )ok, bem antigos) que vocês ainda não leram. Ignorem a falta de experiencia, assunto e emoção dos posts antigos, eu não era tinha muita criatividade na época. Dêem uma fuçada no Mapa da Mina, aqui do lado -->
__Mas enfim, divirtam-se (se é que dá pra se divertir com algum texto daquele né :S)

__Espero voltar em breve (yn)
__Beijos e não me abandonem, por favor :)