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domingo, 13 de julho de 2014

12 on 12: Copa.

Oiê, gente! Hoje eu vim com o 12 on 12, que é um projeto do qual eu e mais 12 blogueiros participamos e somos desafiados a postar 12 fotos todo dia 12 de cada mês, durante 12 meses, sobre determinados temas. E o tema do dia 12 desse mês é: Copa do Mundo. Foi bem complicado encontrar 12 fotos, porque a minha Copa foi quase nada verde e amarela, vide as várias coisas que se pode fazer em dias nos quais as aulas são suspensas. Mas com muito sacrifício, consegui fotos que foram tiradas nos dias em houve jogos do Brasil, sejam de coisas que eu estava fazendo ou que aconteceram no dia. Espero que gostem! ;)





      12 de junho teve gripe, febre e eu dormindo no momento que eu mais
                 queria ter visto: a abertura. Mas depois descobri que valeu a
                                                       pena ter hibernado.
Brasil x México rolou reuniãozinha e eu saí da toca.

Brasil x Camarões teve provinha no dia seguinte e Yasmin estudando
feliz da vida com o final do semestre. Não.
Essa foi em resposta à minha irmã, que nesse dia me mandou uma foto
vendo o jogo em um bar na rua Caminito, em Buenos Aires. E eu disse que tava
vendo o jogo direto da minha caminita. #candidataàpraçaénossa
 #maoeeee #zorratotalmecontrata
Essa foto representa, de longe, o dia mais produtivo da Copa: usei o tempo
ócio do horário do jogo pra fazer post pro blog, que você pode ver aqui. 
Teve mais crise de preguiça e mamai animadíssima ao fundo.
Roupinha colorida e florida pra representar a diversidade de cores e a flora presente
nesse nosso Brasil maravilhoso. Mentira, minha única blusa amarela tava para lavar.
Pretinha, cachorrinha de um amigo, já aflita prevendo os 7x1
Uma imagem simbolizando o jogo Brasil x Alemanha
~look~ com a blusa amarela, aquela que tava pra lavar na foto lá de cima
No dia da disputa pelo terceiro lugar, concluí que: comprar sapato é mais legal


E teve bolo de aniversário com vela decorativa porque sim.

E essas foram as minhas 12 fotos sobre a Copa! Gostou? Quer ver mais sobre a Copa alheia? Passa no blog da galera!

Patty - Babee - Celo - Jú - Luddie - Pri - Vic - Lê - Nath - Dani - Poly 

Beijos e me liga pra contar o que você fez na Copa :*
           

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Ressurgindo das cinzas e tag "My Handwriting"





        Eu voltei! Façam carinha de felizes!!! O bom filho à casa torna e cá estou eu depois de longos dois meses e meio com o blog servindo de apoio às teias de aranha. Muitas coisas aconteceram, boas e ruins, que influenciaram nesse sumiço, mas nada que vocês já não estivessem acostumados, né? Mas dessa vez eu tentarei dar o meu melhor para atualizar este cantinho de vez em sempre.
       Troquei de celular e agora estou com adoráveis 8MP de câmera e cheia de ideias envolvendo fotos tiradas por mim mesma. Inclusive, estava só esperando chegar o celular para começar a gravar os vídeos do blog! Mas como minha vida é construída à base de poréns e entretantos, estou no aguardo da chegada do tripé que comprei pela internet. Para quem já tá esperando há mais de um ano, mais um mês não é nada, né gente? 
        Enfim, chega de blablablá que hoje eu trouxe uma tag pra vocês:




        Encontrei essa tag no blog da Camila, do Chá de Calmila. Achei o máximo e mesmo não sendo indicada por nenhuma blogueira, vou fazer porque sim. O intuito dessa tag é, através de algumas perguntinhas, mostrar as nossas letricas de verdade que muitas vezes são substituídas pelas letras digitais; e se é verdade que a nossa caligrafia diz muito sobre quem a gente é, eu com certeza sou uma criança de 12 anos. 

1) Qual é o seu nome?
2) URL do seu blog.
3) Escreva: "A raposa marrom pula sobre o cão preguiçoso."
4) Citação Favorita


5) Música favorita (no momento)
6) Cantor/banda favorita (no momento)
7) Diga o que quiser.
8) Indique três ou cinco blogs.



Quem não foi indicado e quiser fazer também, sinta-se totalmente à vontade. Só não esquece de me avisar pra eu ver também. Espero que tenham gostado! O que vocês acham de posts assim, mais pessoais, com fotos tiradas por mim mesma?

Beijos e me manda uma carta pra eu ver sua letrinha também :*

terça-feira, 22 de abril de 2014

Sobre Frozen e o que é ser Princesa da Disney nos dias de hoje.






Nome: Frozen (Frozen - Uma Aventura Congelante, no Brasil)

Sinopse: Elsa, a futura rainha de Arendelle, nasceu com a capacidade mágica de criar gelo e neve, embora tenha escondido isso de todos, incluindo a sua irmã mais nova, Anna. Após seus poderes, acidentalmente, condenarem o reino a um inverno eterno, ela foge e auto-exila-se num castelo de gelo. Agora cabe a Anna e Kristoff, um destemido homem da montanha, partirem numa jornada para trazerem Elsa de volta a Arendelle e reverterem o inverno em verão.



Duração: 108 minutos.




          Já se foi a época em que as animações da Disney eram feita sob o molde princesinha-tapada-que-se-apaixona-pelo-príncipe-encantado-mas-que-luta-contra-o-vilão-o-filme-todo. O último filme lançado pela produtora deixa isso bem claro, além de impressionar o público com a riqueza de detalhes e de roteiro.


A produção é uma animação musical (o que me fez ir correndo fazer o download de todas as músicas da trilha sonora logo no dia seguinte) e tem uma fotografia m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a que te faz querer estar ali, de verdade, no cenário junto com os personagens.
Mas, na verdade, eu não vim aqui exatamente para divulgar o filme (também, porque merece ser visto e se você ainda não viu, v-e-j-a), mas sim para compartilhar com vocês alguns dos pontos que diferem os clássicos antigos da Disney dos filmes que estão sendo produzidos hoje. Porém, decidi que faria a comparação com Frozen, que foi o recente que eu mais gostei e que, na minha opinião, é o filme cujas diferenças encontram-se mais explícitas. Tudo bem pra vocês?
          Tenhamos em mente a doce Branca de Neve. Jovem e bonita (para a época, porque ninguém merece aquele cabelo-joãozinho dela), viveu o filme todo morando de favor, lavando e passando roupas e cuecas de sete homens que trabalhavam em uma mina (imaginem a quantidade de pó que não tinha na roupa daqueles anões, haja vista a inexistência da lavadora de roupas). Já a Elsa... Além de não ter precisado servir homem algum durante o filme todo (opa, spoiler), ela ainda construiu seu castelo; e pasmem: com as próprias mãos.
          Agora é a vez da Bela Adormecida, jovem princesa que não tem o mínimo de cuidado pois conseguiu espetar o dedo na agulha de uma "máquina de costura". Ficou adormecida por anos e anos e a única coisa que poderia fazê-la acordar era um beijo de amor verdadeiro. O principezinho vai lá, beija a Aurora, ela acorda, se apaixona por ele, eles se casam e são felizes para sempre. Ênfase em ela acorda, se apaixona por ele, eles se casam e são felizes para sempre. Já a Elsa...


                                

         Quando o assunto é a Cinderela... Bem, quem é Cinderela perto de Elsa? Ela só se casou com o príncipe porque calçava 36. Qual é o sentido disso?
          Se Frozen fosse lançado na época em que eu era mais nova, eu teria o material escolar do filme e iria às festas à fantasia vestida de Elsa.
           A animação fez tanto sucesso e teve uma repercussão tão legal que pipocaram no YouTube vários vídeos em torno do filme. Separei os que eu mais gostei!

(essa é uma versão da música principal, "Let It Go", cantada em 25 idiomas!)



(esse é pra morrer de fofura um pouquinho)




(vários personagens da Disney e Pixar cantam "Let It Go"! Demais!!!)

           Mas é isso aí, fiz este post mais para descontrair do que para confrontar os contos de fadas. Sempre gostei das animações da Disney e não perco uma sequer, mas esta ganhou um cantinho muito especial no meu coração por tudo, mas principalmente pelo final (sem spoiler, sem spoiler, sem spoiler). Recomendo a versão legendada do filme pois as músicas são muito melhores do que as da versão dublada.
         Se você também é, assim como eu, apaixonado por trilhas sonoras de desenhos animados, dá pra baixar o CD de Frozen aqui! E tem também o link para o download do filme na versão legendada aqui (apenas lembrando que eu não estou incentivando a pirataria e não sou responsável por nenhum desses dois links).

Beijos e me liga para contar o que você achou do filme :*

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Adeus, vestibular.


Lol          Ah, a dor e a delícia — muito mais dor que delícia — de prestar vestibular. Recentemente, fui submetida a esta dolorosa realidade; e eu adoraria se o problema maior fosse só o fato de ir lá e fazer as provas. Mas a tortura se encontra no que antecede tudo isso.
           Já aviso de antemão que, se você ainda não prestou o vai prestar o vestibular esse ano, é melhor que clique no "x" vermelhinho, ali, no cantinho superior direito da sua tela, tá vendo? Juro, não quero desmotivar ninguém. Só achei que seria legal vomitar aqui um pouco da angústia que foi o meu ano de 2013...
          Durante os longos 11 anos de vida escolar, fui incentivada (ou obrigada, como preferirem) a dar o melhor de mim no que diz respeito apostilas, papel e caneta. Estudei minha vida toda em escola pública, sendo os três últimos anos em ETEC (Escola Técnica Estadual). Prestei o queridinho ENEM, como treineira, ao fim de 2012 e consegui aprovação no curso que eu queria, pela UFSCar. Fiquei feliz, claro. 2013 chegou e eu decidi que ainda assim faria cursinho porque, né, geralmente tudo de mais ridículo costuma acontecer comigo e eu não ficaria surpresa caso não conseguisse passar de novo. Me matriculei no cursinho pré-vestibular que a própria UFSCar oferece e lá fui eu achando que seria tudibom. Mas o que eu não sabia era que aquilo, o cursinho, seria o maior inferno temporário dos meus breves 18 anos. Não que isso tenha a ver com o cursinho em si, com os professores (que eram maravilhosos) ou com o método pedagógico; longe disso. O problema era mesmo comigo.
         Comecei o ano com aquela animação que geralmente se tem em todo início de alguma coisa. Estava motivada ao nível vou-passar-em-Harvard. Um mês se foi e meu ânimo caiu para vou-passar-no-ITA. No segundo mês, dá-pra-passar-na-USP. Só sei que ao fim do primeiro semestre, meu medidor motivacional beirava o acho-que-dá-pra-conseguir-naquela-faculdade-UNIalgumacoisa. Dali para frente, passei a ser turista do cursinho e ia três vezes por semana, nas aulas de matérias nas quais a escola tinha um pouco de deficiência; e nisso, o pré-vestibular ajudou bastante.
         Mas o que realmente me irritava era a coisa mais óbvia sobre um cursinho: o fato de estudar um conteúdo já visto. Não sabia que estudar a mesma coisa mais de duas vezes poderia ser tão torturante assim, o que não me ajuda a entender os vestibulandos de Medicina que fazem sei lá quantos anos de cursinho. Sobre o conteúdo, apesar de ser um pouco diferente do que é ensinado em escola, tendo em vista o foco em aplicação ao vestibular, de certa forma acaba sendo massante e repetitivo. E em vários momentos durante o ano, eu me peguei observando todo aquele processo preparatório e vendo como a vida de alunos e professores pode girar em torno de uma única coisa; ou melhor, de um único dia: o do vestibular. Chega a soar paranoico, não?
          Além de disso, ainda tinha a galera da minha turma. Durante um ano letivo, não consegui fazer amizade com uma pessoa sequer, e olha que eu nem sou 100% antissocial. Não sei se dei azar com a classe ou se a galera era chata mesmo. Inclusive, com base em uma pesquisa de observação, concluí que vestibulandos de Medicina (os mesmos citados ali em cima) são pessoas bastante chatas, salvo algumas exceções. Também percebi que estudar à noite não funciona comigo; eu, de fato, funciono melhor quando o sol se põe, mas isso não se aplica às salas de aula. Me lembro como se fosse hoje de todas as vezes em eu olhava o relógio, via que o horário da aula estava chegando e começava a pensar em todas as desculpas plausíveis para poder faltar sem que minha consciência pesasse; geralmente, a única eficaz era sobre a janta quentinha que eu poderia comer em casa, sob a ideia de que "eu preciso me alimentar direito".
          Só sei que eu não passaria por tudo isso novamente. Mesmo se eu não fosse aprovada em nada. E a boa notícia que eu tenho é: graças a Deus, isso não aconteceu. Todo o sacrifício, ansiedade, angústia e nervos à flor da pele valeram a pena! Passei em Linguística e em Biblioteconomia, ambas pela Universidade Federal de São Carlos ( vulgo UFSCar), consegui bolsa integral para Relações Públicas na PUC-Campinas e fui aprovada em Fonoaudiologia, pela USP — meu eu motivado no início do cursinho ficou feliz com esta última aprovação. E, com base na minha escolha, informo que a pessoa que vos fala será uma futura linguista!  

(eu de bixetinha — e bastante limpinha — pra vocês)

Beijos e me liga para contar do seu trauma pré-vestibular :*

Apesar de ter sentido bastante falta do blog no tempo que me retirei daqui, acho que valeu a pena. E também tô chateada porque agora não vou mais poder culpar o vestibular pelas minhas negligências quanto ao blog. E sobre o meu curso: "mas Yasmin, você vai fazer Lingu... O quê? O que é isso?". Acostumada com esse tipo de pergunta, posso fazer um post sobre o curso daqui a alguns meses, quando eu tiver mais propriedade do assunto. O que vocês acham?
. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A volta dos que (não) foram.



Untitled

         Oiê! Olhem só quem resolveu tomar vergonha na cara e voltar por aqui (não, não é o minion)! Já é fevereiro e agora eu já não posso mais colocar a culpa nos vestibulares porque (g-r-a-ç-a-s-a-D-e-u-s) eles já foram. E antes tarde do que nunca, o design do blog para 2014 ficou pronto! Aê! Esse ano, quem me ajudou com algumas coisas da parte gráfica foi meu namorado/designer/videomaker (todo mundo agradecendo ao Renan, por favor) e o blog ficou assim, todo fofolindo. Ah, e caso vocês precisem, em algum momento da vida, de designer gráfico ou produtor multimídia, a Orange Full Films tá aí. Merchandising à parte, durante este tempo em que eu fiquei fora, alimentei várias ideias para o blog e só agora, em um momento de sossego, conseguir pô-las em prática. Dentre elas, decidi colocar algumas categorias de conteúdo no blog, mais para fins de organização mesmo. Ali na barra lateral, vocês podem encontrar:

Crônicas e contos: meus textos, pensamentos, falatórios e mais tudo que vocês já estão acostumados a ver por aqui.

Livros: posts relacionados às minhas leituras, às resenhas, tags e qualquer outro tipo de texto que fale sobre literatura.

Filmes: tem só um post (mas já tem mais um pronto, hein!), essa categoria contará com textos ou comentários entorno de filmes que eu tenha visto, gostado e sentido muita necessidade de compartilhar com o mundo. Podem ficar tranquilos que vocês não vão encontrar por aqui aqueles posts de "em cartaz", "lançamentos" e mais toda essa coisa chata que a gente encontra por aí, nos pseudo-portais de informação web afora.

Receitas: deixo aqui uns 5 minutos para que reclamem e me cobrem das receitas que eu tenho prometido há quase 6 meses. Prometo que agora vai!!!

Viagens: tenho gostado de fotografar aleatoriedades por aí e achei que seria legal compartilhar no blog as fotos de lugares que eu tenha visitado. Não venham esperando uma foto minha na Torre Eiffel, porque a chance disso estar aqui é quase mínima. Também não será uma categoria lá muito movimentada, porque viajar é tudo de bom, mas o mar não tá pra peixe, né. É só pra organizar os posts mesmo e pra eu postar quando for pra algum lugar e fizer umas imagens legais.

Vídeos: desde quando lancei a ideia das receitas aqui no blog, tenho tido vontade de gravar vídeos pra vocês. Ainda tô cultivando a coragem e estimulando a criatividade afim de encontrar algum tema bacana. Aliás, adoro tags então se vocês tiverem alguma em vídeo e que queira me ver respondendo, manda aí, vai me ajudar bastantão!

         E é isso, voltei com o maior pique (e espero que ele permaneça assim por um bom tempo). Ah, e estou fazendo um post sobre vestibulares e lá eu conto, detalhe por detalhe, sobre no que foi que resultou os esforços do ano de 2013 e todo este tempo longe do blog.



Beijos e me liga para contar o que você achou do novo design e das novas ideias :*



terça-feira, 29 de outubro de 2013

Pelo direito de estar triste.



       Acordei com o despertador tocando incessantemente como quem grita por ajuda. Mas ao ver a hora, quem quis pedir por socorro fui eu. Era quarta-feira, a notícia boa era que já havia se passado dois dias desde o começo da semana; mas a ruim era que ainda faltavam mais dois para o fim dela. Permaneci deitada por mais uns cinco minutos desde que o despertador havia tocado e fiz uma lista mental de tudo o que eu deveria fazer durante o dia. Não tinha nem me levantado, mas já calculava quanto tempo faltava pra eu voltar para casa e poder dormir. Eu não queria que o dia começasse.
       Me sentei à beira da cama e me olhei no espelho que ficava à minha frente; não me senti feliz com o que via e percebi que o dia seria difícil para mim. Calcei os chinelos, fui até a cozinha preparar meu café e, enquanto observava a água ferver, me dei conta de que estava acompanhada de uma peculiar sensação que não costumava acordar comigo. Eu só queria pegar minha xícara de café e voltar para a cama; e passar o dia todo lá, sem nenhuma obrigação de interagir com qualquer coisa que fosse externa à minha casa. Não estava com paciência para trânsito, para problemas, para pessoas. Estava triste.
       O processo de me alimentar, me arrumar e sair de casa não levou mais que uma hora. Tranquei a porta e chamei o elevador; quando ele chegou, vi que duas senhoras já estavam lá dentro. Entrei e respondi aos cumprimentos com um sorriso esboçado e um positivo com a cabeça. Observei, de canto de olho, que as duas senhoras se entreolharam. Ignorei. Saí do elevador e o mesmo cumprimento me foi dado pelo porteiro, que foi respondido com "bom dia" calmo e baixo. Percebi que ele arqueou as sobrancelhas como forma de reprovar a minha atitude de não tê-lo cumprimentado com maior fervor. Ignorei novamente.
   Enquanto esperava o ônibus, parada de braços cruzados na tentativa de inibir o frio que o vento trazia, muitas pessoas passaram por mim. E me pareceu que o simples fato de eu estar encostada no poste, quieta, observando a ponta dos meus sapatos, era o suficiente para as pessoas me olharem diferente. Pensei no incômodo que seria ter de lidar com um ônibus cheio durante uns 40min até chegar ao meu destino. E não foi diferente.
       Cheguei ao trabalho e respondi o necessário às coisas que me eram questionadas. Recebi alguns "você está bem?" e uma porção de "aconteceu alguma coisa?", além de notar cochichos de pessoas que me observavam de longe parecendo não se importarem em manter a discrição. Sem mencionar o cartão de visitas que eu encontrei em minha mesa, quando voltei do almoço. Doutor Marcos, psicólogo.
       Sabe, é difícil viver em um mundo onde acordar triste é quase um crime. Talvez se eu tivesse matado alguém, teria sido menos acusada. Não me lembro de ter ficado sabendo de alguma lei que obriga as pessoas a serem sempre felizes e gentis e amáveis durante 24h por dia, 7 dias por semana. Não estava com raiva, tampouco descontei minha insatisfação em alguém. Só não me dei o trabalho de socializar quando, na verdade, eu queria era ficar só comigo mesma.
      Não consigo ver nada de errado em estar triste; é um sentimento tão original quanto qualquer outro. Tanto quanto a felicidade, inclusive. Mas sabe por que é pecado entristecer-se? Porque na propaganda da margarina, todo mundo acorda feliz da vida e toma o café-da-manhã rindo e festejando, como se a gente nunca levantasse morrendo de sono e querendo dormir a manhã toda. Porque no comercial do absorvente, a moça sai saltando alegremente à la Daiane dos Santos e, pasme: de roupa branca; como se isso fosse humanamente possível. Porque na propaganda do adoçante, a mulher aparece linda e magra como se desse pra ser feliz fazendo dieta e "adoçando" seu suco com um líquido que tem gosto de remédio. Estar triste é punível de morte porque nos foi ensinado que devemos sempre ser melhores e mais alegres que os outros. E que não há nada que derrube uma pessoa tão facilmente quanto mostrar que sua felicidade é maior que a dela. Mesmo que você só esteja fingindo.
      Que não tenhamos receio de assumir quando não estamos bem. Felicidade é um estado de espírito e não um destino. Se não dá pra ser feliz todo dia, que troquemos, então, a felicidade fingida por uma tristeza assumida. Desde que sentida, é claro.

Beijos e me liga quando você estiver triste :*

Olá! Vocês se lembram quem sou eu? Costumo escrever, de vem em nunca, neste tão abandonado blog. Mas ó, tenho boas notícias (ou não): essa saga tá acabando. O ano tá terminando e, com ele, os vestibulares também! Só mais algumas semanas e eu entrarei em férias, tendo longos e deliciosos t.r.ê.s meses de descanso. Aliás, tô carente de tags para responder. Quem tiver alguma por aí e quiser me indicar, vou gostar muito!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sedentarismo, academia, Facebook e bom senso.



      Que atire a primeira pedra quem, rolando o feed de notícias do Facebook, nunca encontrou um marombeiro postando foto do seu pseudo-tanquinho. Sim, pseudo. Na maioria das vezes nem é lá tão grande coisa assim.
       Embora não pareça, as redes sociais podem ser uma ótima ferramenta... Quando bem utilizadas. Não sei explicar como, quando, onde ou porquê, mas essa onda no pain, no gain está cada vez mais recorrente em qualquer ferramenta na qual seja possível publicar escritos ou fotos. Se você não sabe do que eu estou falando, experimente observar o Facebook ou o Instagram durante o fim da tarde e o começo da noite. Você com certeza vai reparar na enorme quantidade de #partiu academia e de fotos de homens sem camisa e de mulheres com shortinho tão justo e curto que chega a me faltar o ar. Suponho que este seja o horário de pico dos marombeiros; ou se isso não acontece com você, acho que devo rever o tipo de gente que eu mantenho no meu perfil.
          Não vejo problema algum em ser saudável, praticar atividade física e essas coisas que a gente vê toda sexta-feira no Globo Repórter. Mas sabe o que é o mais triste? Posso contar nos dedos (e ainda sobrará dedo) quantas pessoas estão ali, dentro da academia, realmente pela saúde. Teríamos a geração mais saudável já vista se todos os jovens frequentadores dos aparelhos de ginástica estivessem de olho na saúde e não na quantidade de curtidas que a sua foto vai receber.
         Como se tudo isso não bastasse, ainda temos o pessoal que malha o tórax por meses a fio e esquece que tem um par de pernas da cintura para baixo. Com vocês, os homens-coxinha. Sei lá, cada um cuida do seu corpo e sabe o que faz da própria vida, mas pô, cara, já que vai estragar o corpo, estraga direito, né?
       Ainda no meu dicionário sobre ratos de academia, tem os bonecos de posto. Aqueles enfeites de ar, estufados, que ficam balançando para lá e para cá nos postos de combustíveis, sabe? Alguns marombeiros são tão musculosos que dão a impressão de que murchariam caso fossem espetados por uma agulha. Sobre as mulheres, nada que já não estejamos acostumados: aspirantes à panicat.
         Assim como há pessoas que não entendem como conseguem sobreviver os sedentários, eu não entendo que há de tão belo na academia por motivos de: a) você tem que sair da sua casa b) não pode ir de pijama c) é cansativo d) te faz suar como um porco e) você ainda paga por tudo isso. Este último item é o mais grave, na minha opinião. Não estou dizendo que vocês devem parar com os exercícios, passarem aqui em casa para engordar comigo e depois a gente descer a avenida rolando; muito pelo contrário. Só não me encaixo no perfil de quem frequenta esses matadouros lugares e dou graças a Deus por existirem formas alternativas para a prática do exercício físico.
       Se você chegou até aqui, suponho que tenha notado o clube do sedentarismo ao qual a pessoa que aqui vos fala pertence. Ao passo em que há ratos de academia, há ratos de sofá e eu me encontro neste grupo. Apesar de preferir minha cama a um aparelho de musculação, não sou uma gordinha recalcada cujos exames de colesterol estão tão altos quanto a taxa de creatina presente no corpo dos malhadões. Pelo contrário, meus resultados estão bem bonitinhos considerando o estilo de vida que eu levo.
          E assim termino este texto, aguardando os comentários inconvenientes e os chiliques (demonstrados ou não) da galera que curte academia e tem um apego por demonstrar isso. Caso se sintam muito doídos, ainda tem a opção de irem descontar o ódio em algum aparelho de musculação; unam o útil ao agradável, por favor.

Beijos e me liga para combinarmos um x-bacon enquanto assistimos à tv :*

Por pura coincidência ou não, vou usar a nota de rodapé deste post para perguntar se vocês topam uma receita gordinha para o próximo post. Se sim, querem em texto ou em vídeo?

sábado, 10 de agosto de 2013

Do miojo à Ana Maria.

          Já devo ter dito em algum lugar deste blog o quanto eu adoro comer; apesar de ser muito magra e passar a impressão de que eu não sou tão chegada assim na coisa. Sempre fui de assistir aos programas de culinária (alô, alô, Palmirinha) que geralmente são exibidos na TV, mas nunca tive a oportunidade de fazer as receitas, de fato.


Food<3          Quando eu era criança,  me lembro que em algum dos meus aniversários eu ganhei uma daquelas cozinhas de plástico que vêm com armário, pia, fogão e ainda tinha algumas panelas e talheres. Passava longas tardes brincando de cozinhar e adorava. Porém, quando eu cresci e percebi que "cozinhar de mentirinha" era chato demais, fui apresentada a uma realidade que pôde me ajudar a concluir que: eu não tenho dotes culinários. E é aí que começa a minha saga na cozinha.
          Quando mais nova, nunca precisei me preocupar em ir para cozinha, pois aqui em casa sempre foi minha mãe quem preparou as refeições. Mas com o tempo eu percebi que seria saudável que eu aprendesse a fazer as coisas que eu gosto para que eu não precisasse depender de ninguém quando as lombrigas atiçassem. Não me lembro quando foi a primeira vez que eu tentei preparar alguma coisa, mas sei que miojo não conta; afinal, esta é quase uma coisa que a gente já nasce sabendo fazer.
Com as minhas primeiras visitas à cozinha para de fato cozinhar, eu acabei montando uma coleção (ainda não finalizada) de tentativas falhas que só serviram para me fazer acreditar que eu nunca seria capaz de preparar comida de verdade ou sentir amor por panelas.
          Meu primeiro trauma foi adquirido com a receita do tal bolo de caneca que todo mundo diz que é fácil e gostoso e simples e prático e rápido e... E o meu resultado foi este. Apesar da frustração, eu continuei insistindo e a lista de traumas culinários foi aumentando cada vez mais. Teve o episódio dos cookies que ficaram tão duros que se caíssem no chão, quebrariam o piso; a palha italiana que ficou parecendo um chiclete de tão grude-grude. Teve o bolo de chocolate em que eu usei sal ao invés de açúcar (mas eu creio que isso tenha sido mais por burrice do que falta de habilidade com a coisa), o chocolate quente que eu consegui transformar em mousse por excesso de maizena, a pipoca doce que eu fiz com que ficasse colada no fundo da panela e olha, foi difícil desgrudá-la de lá. 
          Mas eu acho que a pior das piores experiências foi com uma torta salgada que eu decidi fazer às 2h da manhã. Peguei a receita na internet, separei os ingredientes e deixei-os todos expostos no balcão, à la Ana Maria Braga. Segui cada vírgula da receita, com o maior carinho do mundo, e correu tudo extremamente bem até eu colocá-la no forno. Deixei lá e não se passaram 2 minutos para que eu percebesse que a assadeira estava derretendo. Sim, d-e-r-r-e-t-e-n-d-o. A bendita não era feita desses materiais que geralmente compõem as assadeiras normais, mas eu já tinha levado ela ao forno elétrico e ao microondas. E aconteceu o que aconteceu. Depois disso, fiquei uns dois meses sem nem pensar em fazer alguma coisa na cozinha.





          Depois de passado o tempo necessário para que eu me recuperasse do trauma, fui me arriscar novamente. Era uma noite de domingo, nestas últimas férias de julho, e me deu aquele tipo de fome que a gente tem quando não há nada pronto. Fui até o computador e busquei por receitas simples, embora eu já tenha conseguido estragar até as mais fáceis. Procurei, procurei, procurei. Não encontrei nada que fizesse meu estômago se alegrar um pouco. Mas isso foi até eu me deparar com uma receita que fez o pessoal da sonoplastia da minha vida soltar um coro de anjos ao fundo. E era o passo-a-passo de um risoto *ok, deixo este espaço no texto que é pra vocês se recuperarem da crise de risos e poderem seguir com a leitura*. Me enfiei na cozinha por 1 hora e a cena final foi bem parecida com aquelas em que o médico termina a cirurgia exausto, passa a mão na testa, enxuga o suor e larga os bisturis, porém substituindo os artefatos médicos por uma colher de pau. E por um segundo, meus olhos se encheram d'água. A receita funcionou tão perfeitamente bem que eu fiquei até com pena de comer; e se eu pudesse, empalharia o prato ou imergiria-o no formol só pra conservar pro resto da vida aquela cena maravilhosa. Além de ter ficado uma delícia, este acontecimento histórico me motivou a continuar tentando. Desde então, eu aprendi a fazer cupcakes, mousse de maracujá, macarrão ao creme de leite e bacon, e (pasmem!): carolinas recheadas. Acho que a emoção que eu senti ao ver a massa ali, toda lindinha, crescendo no forno, deve ser bem parecida com o que se sente ao ver um filho nascendo. Foi mágico.
          A mudança na minha vida foi tão grande que, vira e mexe, me encontro namorando vitrine de lojas de artigos de cozinha e acho que estou desenvolvendo a Síndrome da Dona de Casa. Mas querem saber? Com síndrome ou sem síndrome, o que importa é: eu aprendi a cozinhar!


Beijos e me liga pra gente trocar receitas :*


Para não perder o costume, vou usar novamente a mensagem de rodapé do post pra me desculpar pela ausência das postagens e blablablá. Mas durante estas férias, além de ter dedicado um tempo à cozinha, estive pensando bastante no blog. Creio que eu esteja passando por uma fase um tanto quanto multimidiática da minha vida e no último mês tive muita vontade de investir nisso. Tenho alimentado um apego muito grande por vídeos em especial, mas também por todos esses outros formatos que têm surgido na blogosfera. Quem me acompanha desde o começo aqui no blog, com certeza conseguiu perceber que ele mudou ao longo do tempo, junto comigo. E de fato é isso mesmo que eu quero: que ele me acompanhe em cada etapa da minha vida. Por isso, estou pensando em inserir alguns detalhes por aqui, a fim de compartilhar a mudança que está acontecendo em mim. Tenho recolhido opiniões de várias pessoas a respeito e todas elas apoiaram a ideia. Não vou mudar da água para o vinho, nem deixar perder a essência que eu construí em 3 anos por aqui; e o que eu fizer, vai ser inserido aos poucos para a gente ver no que dá. Decidi aproveitar este post para apresentar uma das ideias, que é a "coluna" de culinária. Pensei que seria interessante que eu compartilhasse com vocês o que eu tenho aprendido na cozinha; e podem ter certeza de que vai ser da forma mais simples e prática que existe, haja vista todas as minhas frustrações passadas. Devo todos os créditos da ideia à minha amiga Lari (uma salva de palmas, plateia) e foi ela quem sugeriu um nome para a coluna. Preparados? Todos prontos? Aí vai: "Acordei com fome". Trocadilho com o nome do blog, "acordei", "Bom dia, Sophia"... Entenderam? Não? Ok.
Então é isso, gostaria muito, muito, muito que vocês deixassem nos comentários as opiniões, o que vocês acham da ideia, se gostariam de ver isso, vídeos e outras coisas no blog... Combinado? Obrigada! 


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sempre, sempre, sempr...


      Talvez se eu fosse menos sã; menos terrena, menos serena. Talvez se o mundo fosse outro e as pessoas fossem outras e a rotina fosse outra e a vida fosse outra. Talvez assim, quem sabe?
    Talvez se eu seguisse o meu caminho sem desviar pelas beiradas, não acabaria naquele mesmo beco de sempre. Talvez se eu não sentisse que meu coração não me pertence e que ele quer, a todo custo, sair pela boca e voltar pro peito de quem nunca deveria ter saído, talvez.
     Talvez se eu não insistisse em tomar sempre o mesmo café, na mesma xícara, no mesmo horário e nos mesmos dias. Talvez se eu não usasse as mesmas botas quando chove, o mesmo cachecol quando esfria e o mesmo biquíni quando vou à praia. Talvez assim, quem sabe?

Juuump.  | via Tumblr
     Talvez se eu não respondesse sempre a mesma coisa quando me perguntam sobre o que eu fiz pela manhã ou pela tarde ou ontem ou ano passado. Talvez se eu perdesse a mania doida de conferir duas vezes se todas as luzes da casa estão apagadas antes que eu me deite. 
     Talvez se eu deixasse de namorar o mesmo casaco de sempre na vitrine e, finalmente, comprasse-o ao invés de gastar dinheiro sempre com as mesmas coisas. Talvez se eu não mascasse o mesmo tipo de chiclete, usasse toda semana a mesma cor de esmalte ou não ouvisse sempre a mesma música. Talvez assim, quem sabe?
     Talvez se eu não visitasse sempre os mesmo animais quando vou ao zoológico. Ou se, antes de sair de casa, eu não traçasse mentalmente sempre as mesmas rotas para qualquer lugar que eu vá. Talvez se eu não usasse o mesmo palavrão de sempre ou não dormisse sempre de bruço.
     Talvez se eu não usasse sempre o mesmo guarda-chuva em todas as vezes que chove no mesmo setembro de todo ano. Talvez se eu não insistisse em manter o mesmo livro na minha cabeceira desde quando o li pela primeira vez há, sei lá, uns 5 anos. Talvez se eu não fizesse coleção de livros do mesmo autor e tentasse ler, talvez, Paulo Coelho. Talvez assim, quem sabe?
     Talvez se eu não comprasse sempre a mesma caneta para usar no mesmo bloco de notas; talvez se eu não sentasse sempre na mesma mesa quando vou ao mesmo restaurante de sempre e peço o mesmo prato que peço há quase 10 anos, alegando que eu apenas "adoro macarrão". Talvez assim, quem sabe?
     Talvez se eu decidisse deixar de ser apenas protagonista e me promovesse a roteirista da minha própria vida. Talvez assim, quem sabe, minha história trocasse de gênero.

Beijos e me liga para contas das suas mesmices :*

Meu perdão a quem é amante das rotinas. Ah, e o texto é mais fictício do que real, afinal, eu nem gosto tanto assim de macarrão.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Campanha de incentivo à leitura.



Olá!
O post da vez é um meme, para a minha alegria. Fui indicada pela Minne do blog Aquele velho blá blá blá de sempre a responder este meme e isso já faz um tempo (ok, um tempão), mas venho guardando ele em um cantinho especial enquanto não encontrava tempo para fazer a postagem. Mas cá estou eu! 

Regras

1
. Responder a pergunta: 'Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
2. Indicar blogs para fazer o meme - é expressamente proibido oferecer o laço "a quem quiser pegar" sem indicar seus blogs primeiro. Ou seja, é somente por indicação.
3. Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.


Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?


LargeO Diário da Princesa: assim como a Minne, que me indicou para este meme, serei praticamente obrigada a colocar a série ícone de Meg Cabot nesta lista. Sou o tipo de fã alucinada-doida-paranoica da autora e Deus sabe como sou apaixonada pelos 12 livros da série e por Mia Thermopolis, em especial. Tenho certeza que as obras são escolhas universais da maioria das pessoas que já leram pelo menos um dos livros e eu simplesmente não me canso de citar O Diário da Princesa em quase todos os memes que eu respondo. Tá aí! Para quem quiser saber mais, tem aqui!

Hush, Hush: sempre que me pedem indicações sobre livros, eu me enrolo toda na hora de dar a minha opinião; acho uma coisa tão pessoal e nem sempre o que eu gostei vai agradar ao outro. Mas ao mesmo tempo, não houve sequer uma vez em que me questionaram sobre qual livro começar a ler e eu não pensei em indicar a série Hush, Hush. Nunca fui o tipo de pessoa que gostou de ficção (e talvez isso explique o meu desdém com relação a Harry Potter), mas descobri um maravilhoso mundo mágico dentro da literatura paranormal (sem Crepúsculo e derivados, por favor. Grata). Já não consigo mais contar quantas e quantas pessoas eu deixei com vontade de conhecer Patch e Nora e, sinceramente, acho que estou fazendo minha parte por um mundo melhor tamanha a qualidade da série. A sinopse do primeiro volume da saga está aqui!


Bridget-joness-diary-part-three_large


O Diário de Bridget Jones: não se deixe levar pelo filme, o livro é bom. Já faz alguns bons anos que eu o li, mas algumas partes ainda estão guardadas comigo e não é preciso muito esforço para lembrá-las. Sou amante assumida de personagens como Bridget e sempre me acabo de rir com as histórias do tipo; talvez eu tenha um lado "encalhada" dentro de mim. E aqui tem mais sobre o título!




Beijos e me liga para contar qual livro você indicaria para a alguém :*

Olhem só quem decidiu aparecer! Já estava na hora de vir até aqui dizer que eu não morri (até porque se eu tivesse morrido, este post não estaria aqui, dã). Só tem me faltado oportunidade (e tempo, diga-se de passagem), mas nada além disso.