Image Map

domingo, 24 de outubro de 2010

Problemas II

__Oi gente *--*
__Saudades imeeeeeeeeeeeensas de postar aqui, to com um mooonte de texto pronto, um monte de coisa legal pra colocar aqui. Mas o meu computador deu problema de novo (sim, de novo) e eu não tenho idéia de quando vou voltar, espero que em breve, né?
__Estou quase morrendo por não ter o que ler e acabei descobrindo que viciei nos blogs de vocês. Peço milhões de desculpas por estar fora, não poder postar textos e por não ler e comentar no blog de vocês. Me desculpem, mesmo. Não deixem de ler o blog, acredito que tenha alguns post antigos )ok, bem antigos) que vocês ainda não leram. Ignorem a falta de experiencia, assunto e emoção dos posts antigos, eu não era tinha muita criatividade na época. Dêem uma fuçada no Mapa da Mina, aqui do lado -->
__Mas enfim, divirtam-se (se é que dá pra se divertir com algum texto daquele né :S)

__Espero voltar em breve (yn)
__Beijos e não me abandonem, por favor :)

domingo, 10 de outubro de 2010

Never.




Nunca diga que não precisa de alguém, por que algum dia você poderá depender dessa pessoa.
Nunca diga que não vai amar alguém, por que o mundo dá voltas e você poderá se arrepender disso.
Nunca se recuse a dar um sorriso, você poderá estar alegrando o dia de alguém.
Nunca chore sem motivo. Por mais incrível que pareça, as lágrimas tem um poder enorme sobre as pessoas.
Nunca deixe de abraçar alguém, quando a sua vontade é essa. Pode ser que esse abraço faça diferença.
Nunca deixe de beijar quem você deseja. Você nem imagina, mas pode estar fazendo uma pessoa muito feliz: você mesmo.
Nunca deixe ninguém te impedir de fazer alguma coisa que queira muito. Te garanto, por pior que seja a consequencia, você não vai se arrepender.
Nunca deixe ninguém estragar os seus sonhos. Só você tem esse poder.
Enfim, nunca deixe de viver a sua vida para viver a dos outros. Nesse mundo, é você em primeiro lugar.

Beijos e me liga pra contar do que nunca devemos fazer :*

PS: meu pc ainda não está 'regularizado', portanto, demorarei pra postar aqui e 28372362653625 milhões de desculpas por não estar comentando no blog de vocês... estou sentindo a maior falta de ler os textos maravilhosos que vocês postam.
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

sábado, 2 de outubro de 2010

Sofrimentos compactados. Tristezas embaladas para viagem.




__ Minha vida toda é muito particular. Quase ninguém me conhece a fundo; quase ninguém sabe das minha histórias; quase ninguém me pergunta o que aconteceu quando veem a tristeza em meus olhos. Talvez justamente por isso eu me pego de vez em quando, sofrendo sozinha, me consumindo em tristezas e acumulando tudo dentro de mim. Mas chega uma hora que não cabe mais nem uma gotinha de remorso ou de tristeza. E é ai que tudo desaba. Mas confesso que a sensação de estar leve e pura, de ter descarregado todo o meu sofrimento em algo ou alguém, é maravilhosa.
__Talvez a minha maior caracteristica seja o fato de sofrer em silêncio. Considere-o qualidade ou defeito, se assim preferir. Não sei classificar, mas acho que assim como pode ser denominado uma qualidade, pelo simples fato de parecer que eu não quero compartilhar minha infelicidade com os outros, pode também ser julgado como defeito, talvez por eu não ter como ou com quem desabafar, ou então por falta de coragem de expor meus sentimentos a tanta falta de privacidade.
__Mas tenho a agradecer (ou culpar) as pessoas que para mim mentiram, que me tornaram insegura, que pintaram um mundo perfeito e me fizeram acredita nisso, que me machucaram de algum modo ou que um dia me fizeram sofrer -o que não são poucas-. Graças a elas eu sou essa pessoa que parece não ter personalidade definida, que oprimi os próprios sentimentos e que acaba machucada cada vez mais, ao fim de cada história.

Beijos e me liga pra desabafar :*


PS: Esse post ficou realmente muuito sem graça. Ele estava guardadinho aqui há um tempinho e como ando um pouco sem tempo pra escrever alguma coisa realmente decente, decidi postar ele. É um texto bem melancólico, mas ao contrário do que vocês devem estar pensando, eu estou muuuuito feliz. Feliz com tudo que anda acontecendo. *momento de compartilhar a vida pessoal*

PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Problemas

Oi :)

Passei super rápido pra avisar que meu pc deu problema e vou ficar fora por um tempo. Não sei quando vai ficar pronto, então...

Beijos :*

PS: Não abandonei o blog, aliás, nunca faria isso :)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Uma lembrança impossível de esquecer.



__Era sábado a noite. Assim como foi da última vez, um sábado a noite, em que eu mal sabia o que estava por vir. Foi exatamente idêntico; um dia sem nada de atrativo, uma noite solitária e na companhia fiel da internet. As luzes estavam apagadas e o cômodo era iluminado apenas pela pouca claridade que o monitor do computador oferecia.__Minhas esperanças à respeito de você já haviam ido embora e a idéia de ouvir a sua voz, te ver ou sentir o seu perfume também já não eram mais válidas. Não seria o mais correto dizer que o que eu sentia era decepção, e sim desilusão. Hora ou outra me pegava pensando vagamente em você, mas dava-se logo um jeito de me distrair, para evitar maiores angustias. Tudo o que eu menos esperava era você.
__Ventava um pouco do lado de fora, e da minha jane
la podia-se ouvir o vento, as folhas sendo levadas pelo asfalto e algumas pessoas que passavam caminhando. Foi quando, sem ouvir um passou outro na calçada, e sequer um estalo de folhas secas no chão, ouço meu nome sendo falado em tom mais alto do lado de fora. Incrivelmente, em fração de segundo eu sabia que era você. Podia ser qu
alquer um mas o primeiro que, instantâneamente, surgiu na minha cabeça foi você. Era como se eu esperasse por aquilo, sem saber que aconteceria. Suponho que eu não precise dizer que o meu coração disparou. Não por você estar na porta da minha casa -confesso que por isso também- mas por ter certeza de que seria massacrada por pais desconfiados e extremamente conservadores que sentavam-se na varanda, bem próximo ao portão.
__Tentei fingir que nada ouvi, na esperança de que alguém também não ouvisse. De nada adiantou, afinal, a sua coragem se sobressaiu fazendo-o pedir para o meu pai que me chamasse. Agora não havia como fugir da situação. Saí do quarto e desci os degraus que me levavam até a garagem, mas confesso que, no estado em que eu me encontrava não era muito fácil descer degraus. Entre as grades do portão pude ver você.
Ou melhor, pude ver a sua sombra, já que a iluminação era somente dos postes de luz em tom alaranjado. Me aproximei do portão e puder ver um pouco do seu rosto, bem pouco, mas o suficiente para fazer minha vontade de te abraçar aumentar. Por mais que eu quisesse aquilo, eu não poderia me arriscar.
__Alguns longos segundos se passaram somente olho no olho até que você ousou em dizer um tímido "oi". Respondi e sem hesitar você disse que queria que eu saísse. Falei alguma coisa, em tom mais baixo, que te fez aproximar mais ainda do portão, revelando o seu perfume. Aquele mesmo perfume que eu tenho guardado na memória até hoje.
__Te disse para ir embora, disse que não poderi
a sair e que conversaríamos mais tarde pela internet. Isso por que a minha vontade era de abrir aquele portão e poder sentir o seu calor. Poder te abraçar e tirar toda a saudade que eu guardava no peito há mais de um ano. Repeti para ir embora , que conversaríamos depois e não esperei sua resposta. Com o coração na mão, virei as costas e
entrei.
__Tudo o que você me disse depois, todas as palavras lindas que ninguém nunca tinha me dito e que você disse só me ajudaram a manter a consciência pesada. Me sinto muito mal por isso até hoje. Mas só quero que saiba, meu amor, que se dependesse de mim, seria tudo diferente. Seria tudo como eu sempre quis. Como eu sempre sonhei.

Beijos e me liga pra contar da sua surpresa de sábado a noite :*


PS: História baseada em fatos mais do que reais :/
PS2: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

That there really is something beyond the rainbow.



__Lembro de quando brincava de boneca, imaginava um mundo perfeito. Pensava que iria encontrar o homem da minha vida, um principe encantado; não me importava que ele não viesse em um cavalo branco, contanto que ele viesse, já estava de bom tamanho. Sonhava em amá-lo eternamente e ser amada incondicionalmente; tinha em mente a vida perfeita, com um amor perfeito, um futuro perfeito. Mas assim como a carruagem virou abóbora, os meus planos e pensamentos foram terrivelmente apagados pelo destino. Aquele mesmo que tornou a pregar peças em mim durante muito tempo. Aquele que parecia se divertir brincando de destruir sonhos.
__É, destino, Senhor Destino... "Seres humanos são movidos a sonhos que um dia se realizarão". Não foi isso que me prometeram? Não era isso que a minha mãe me dizia, quando eu era pequena? Hoje vejo que enganamos todas as crianças, dizendo-as que todos os seus sonhos se tornarão realidade, que tudo o que você sonhar, acontecerá. Isso por que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens. Elas têm o direito de crer em Papai Noel, em Coelhinho da Páscoa e de acreditar profundamente em sonhos, antes de descobrirem que eles não passam de mentiras.

Beijos e me liga para contar das vezes que te enganaram :*


PS: Desculpem a demora, feriadão e eu fui viajar né? :)

PS2: Eu sei que vocês não têm muito a ver mas mesmo assim vou falar: nesse último domingo a Sophia ( se não sabe quem é ela clique aqui) faleceu. Ela já estava bem velhinha; não foi por descuido meu e nem nada. Me consola um pouco saber que não importa o que eu fizesse, um dia isso iria acontecer mesmo. Só comentei disso por aqui, por que sem ela, esse blog talvez nem teria existido; e se existisse, não seria com esse nome. Eu realmente gostava muito dela, mas agora sei que em algum lugar, melhor do que esse, ela provavelmente está.

PS3: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

sábado, 28 de agosto de 2010

Típico do ser humano.



__ Era véspera de Natal. Tipicamente americano, esse fim de tarde estava frio e começavam a cair os primeiros flocos de neve, dando uma cor a mais na Times Square. Ali de cima, da sacada do décimo andar do prédio, eu podia ver pessoas cheias de casacos correndo loucamente; já era de se esperar que metade dos nova-iorquinos tenham deixado as compras de Natal para a última hora. Sempre sem tempo para nada; sempre sem tempo para as tradicionais compras natalinas; sempre sem tempo para si mesmos... Típico de Nova York.
__ Olhei para o termômetro, que estava ao lado da janela e ele marcava em torno dos 2ºC, o que era muito frio para um começo de noite. Me dirigi para o sofá e liguei a TV. Corri por vários canais, a maioria noticiando o congestionamento no trânsito, nas filas de supermercados e lojas de brinquedos. A falta do que fazer era tanta, que apanhei o meu casaco e desci para a rua. Ao cruzar a porta do prédio, um vento gelado me cortou. Continuei caminhando, afinal, para algum lugar eu tinha que ir. Realmente estava impossível andar de carro por aquele caminho e mesmo nas calçadas o caos era grande. Andei por 2 quadras e parei em um Café. Estava aparentemente vazio.
__ Entrei e me sentei. Pedi o mesmo de sempre: Capuccino. A bebida estava quente, ótima para me aquecer, já que o frio lá fora era grande. Tomei o café, fazendo restar somente algumas gotas no fundo da xícara. Deixei o dinheiro na mesa e saí; já estava escuro e a decoração natalina deixava a avenida incrivelmente linda. Caminhei lentamente até o meu prédio, subi as escadas e entrei no apartamento, que confesso estar bem mais quente e aconchegante do que na rua. Me dirigi até a sacada novamente; eu simplesmente adorava ficar lá observando do alto aquela cidade imensa. Olhei para baixo e vi algumas crianças, que deviam ser do coral da igreja e que, tradicionalmente peregrinavam por muitas casas de Nova York levando um pouco mais de solidariedade e calor humano nas noites de Natal. Cantavam aquelas músicas natalinas; era bonito de se ver todos cantando impecavelmente em coro. Tipicamente americano.
__ Passei a reparar mais na minha situação. Sozinha, em plena noite de Natal.
__ Solidão... Típico do ser humano.

Beijo e me liga pra contar da sua noite de Natal :*

PS: Mais um texto de pura falta de inspiração ¬¬'
PS2: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

domingo, 22 de agosto de 2010

E a solução foi tentar fugir do mundo.

__O vento estava fraco, mas refrescante. Conforme eu caminhava, deixava um rastro com as minhas pegadas. Andava sem ter um rumo, um destino ou um simples lugar para ir; andaria quilômetros se fosse preciso, mas só queria me sentir bem. A praia hoje estava vazia, mas quem dera também, em plena segunda feira já era de se esperar a ausência de pessoas por lá.
__Dava para contar nos dedos as poucas pessoas, provavelmente seriam turistas, que estavam de passagem. Poderia me sentar ali mesmo, na areia morna e ficar horas observando o mar, como eu sempre fazia, mas desta vez não era isso que eu queria. Amo morar aqui, é simplesmente perfeito ter o mar a sua disposição, para quando precisar. Mentalmente, eu era praticamente bombardeada por perguntas que eu mesma fazia. Porque ele teria feito isso comigo? Eu podia ser tudo, mas não merecia ter sido enganada.
__ Continuei caminhando, rumo ao inimaginável, onde nem eu mesma sei. Andaria por tudo, não me perderia, sei voltar para casa depois. Olhei para o céu, as nuvens começavam a chegar e para o meu azar, o sol seria encoberto em pouco tempo.
__ Muitos passos foram dados para que eu já me sentisse cansada. Me sentei na areia, a poucos centímetros de onde a água chegava. Molhei as minhas mãos e as levei para o meu rosto, no intuito de me refrescar um pouco. Fechei os olhos por alguns minutos e ao abri-los estava disposta a mudar. Voltar a ser como eu era; reconquistar a minha felicidade, seja ela a dois ou solo mesmo. Me levantei e entrei no mar. Deixaria ali toda a minha infelicidade, todo o meu ódio e rancor. Abandonaria naquelas águas toda a negatividade que carregara comigo por tanto tempo. Era hora de voltar a viver, voltar a sentir a alegria de estar viva.
__ E acho que deu certo. Saí dali mais leve.

Beijos e me liga pra contar o que você faz na praia :*

PS: Créditos ao meu amigo da praia favorito, Renanzito *-* Muito obrigada pela foto, me ajudou muito nesse post :)
PS2: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

I miss.



Sinto falta de ter os seus braços para me esquentar quando eu estava prestes a sentir frio.
Sinto falta de todas as correntinhas que você já fechou no meu pescoço.
Sinto falta de todas as vezes em que eu decidia sumir, depois olhava no celular e via 1.000 ligações suas perdidas.
Sinto falta de todas as minhas lágrimas que você já enxugou.
Sinto falta das vezes em que você tirava os fios de cabelo do meu rosto, quando o vento insistia em bagunçá-los.
Sinto falta de todas as vezes que você me abraçou por trás, recostando a sua cabeça entre o meu pescoço e comentando sobre o meu perfume.
Sinto falta de quando você colocava a sua mão sobre a minha, na tentativa de dividir o meu sofrimento com você.
Sinto falta das vezes em que você me cobria com o seu casaco, para me proteger da chuva.
Sinto falta de todas as noites frias que já passamos debaixo de um cobertor.
Sinto falta de todos os céus estrelados, de todo amanhecer e de todo pôr-do sol que já vimos juntos.
Sinto falta de todas as vezes em que você me pegava no colo e saia correndo, sempre conseguindo me tirar uma risada.
Sinto falta de todas as palavras que você já me disse, de todos os telefonemas no meio da noite, de todos os SMS e de todos os e-mails que você já me mandou.
Sinto falta de todas as vezes em que eu me sentia mal, você levantava a minha cabeça, olhava no fundo dos meus olhos e dizia que eu era linda mesmo sem maquiagem.
Sinto falta dos seus beijos, que sempre me faziam esquecer do mundo.
Sinto falta do jeito que você me amava, e do quando me fazia sentir útil.
Sinto falta de você do meu lado.

Beijos e me liga pra dizer o que você sente falta :*

PS: é, vi que vocês não gostam muito de histórias de terror. Friday 13 não agradou a muita gente :S
PS2: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Friday 13


_
__ Não se ouvia mais falar naquelas histórias. Era como se toda a vizinhança tivesse esquecido de tudo o que já havia acontecido naquela casa. Hoje ela parecia estar mais velha e abandonada do que nunca. Todas as folhas degeneradas, escuras caídas no chão, panfletos, algumas sujeiras no terraço e plantas secas, que um dia já foram flores. Isso sem mencionar as vidraças estouradas.
___ Dizem os moradores da pequena vila, que há alguns anos morava uma família naquela casa. E que a filha mais nova do casal, era terrivelmente perturbada. A pequena garota, tinha apenas 5 anos e era considerada um mistério entre os sensitivos, benzedeiro, padres e pastores. Nunca ninguém conseguia descobrir o que fazia a menina ter os estranhos comportamentos.
___ Ontem conversei com uma velha moradora do bairro, que conhecia a família de longas datas. Ela me contou que a casa deles era um pouco incomum, quando comparada às outras residências. A decoração, que era um pouco rudimentar, antiga, e meio assombrosa, predominava na casa. Eles haviam vindo de uma cidade pouco conhecida, do interior da Califórnia; ele era antropólogo e ela enfermeira. A filha deles, andava sempre com uma boneca em baixo do braço; uma boneca de porcelana vestida com trajes holandeses. Não importa onde ia, a boneca era obrigada a acompanhá-la. Passados alguns meses desde a mudança para aquela casa, a menina passou a raramente sair para a rua e quase toda madrugada os vizinhos relatavam ouvir gritos estridentes vindos de lá.
___ Um dia, a família pediu para que essa vizinha tomasse conta da criança por uma noite, enquanto iam para Califórnia a trabalho. Naquela noite, a vizinha assistia tranquilamente a TV naquela sala espaçosa, toda revestida de carpete e somente com a pouca luz que o candelabro oferecia. A menina já estava dormindo, em seu quarto todo com detalhes em rosa e móveis de cerejeira. Um ruído baixo, aparentemente vindo do sótão, que mais parecia um arranhão, despertou atenção na vizinha. Acostumada com a presença de pequenos roedores e alguns outros insetos que vagavam no sótão de todas as casas da vizinhança, ela não ligou. O barulho seguinte realmente assustou-a. Um grito de criança vindo do segundo andar da casa a fez subir imediatamente ao quarto da menina. Ao cruzar a porta, a viu com uma série de cortes e arranhões pelo corpo. E a boneca na mesinha de cabeceira.
___ A vizinha, apavorada bombardeou a garotinha de perguntas: "Minha querida, o que aconteceu? Quem fez isso com você? Me diz?" Como resposta ela ouviu apenas algumas palavras: "Mamãe disse que não pode contar". Ouvindo isso, a mulher estava mais confusa do que nunca. Limpou os ferimentos da menina e questionaria a mãe, quando chegasse, sobre o acontecido.
___ Na manhã seguinte, quando a mãe da garotinha chegou, a primeira coisa que ouviu da vizinha foi um questionamento sobre o que a mulher vira na noite passada. Sem saber o que fazer, a esposa colocou a mala de mão sobre o chão sentou-se na poltrona, respirou fundo e fez a vizinha, acima de tudo, prometer que nunca contaria a ninguém o que havia acontecido naquela noite. Assim, começou a se explicar, dizendo que só havia mudado da Califórnia depois de um grave acidente ocorrido em seu trabalho. Em uma noite, quando não havia médico nenhum de plantão no hospital, chegou uma criança, que havia sido esfaqueada. Sem saber o que fazer e sem ninguém para atender a criança, a mulher colocou em prática tudo o que sabia sobre primeiros socorros em casos como aquele. Mas a criança faleceu. Não necessariamente pelo esfaqueamento, mas sim pela falta de atendimento adequado que recebeu. Os pais da criança a culparam pelo acontecido e a ameaçaram de morte. Assim, ela se mudou daquela cidade.
___ Porém, o espírito da criança falecida, nunca a deixou em paz e segundo um sensitivo, ela estava disposta a fazer a mulher sentir toda a dor que os seus pais sentiram com a sua partida. E já que a boneca de porcelana era o xodó da filha da enfermeira, a alma da falecida incorporava todas as noites nela com a unica finalidade de mutilar a menininha aos poucos, até que ela morresse. A vizinha ficou em choque com a história, mas não havia nada que pudesse ser feito.
___ Uma semana depois, o bairro fica sabendo que a menina foi encontrada morta, vítima de um suposto assassinato, um esfaqueamento, para ser mais precisa. Mas a vizinha sabia que essa não era a verdade.

Beijos e me liga pra contar da sua sexta-feira 13 :*

PS: Ficou meio sem graça a história, mas só fiz por que queria postar alguma coisa relacionada a essa sexta-feira.
PS2: Eu vou colocar 'no ar' hoje uma enquete para saber se vocês preferem o blog com textos mais no estilo crônica/conto ou como estava antigamente. É muito importante a opinião de vocês, para que eu possa estar melhorando e agradando cada vez mais :)
PS3: Prometo que vou parar de escrever textos tãããão longos, ok? :S
PS4: Comente, deixe a sua marquinha aqui (: