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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Tentar e se arriscar.

Tentar. Eu tenho medo disso.
Medo de tentar e não obter resultado, de tentar e não conseguir, de lutar e não adiantar. Meu receio é por tudo aquilo que não me garante. Medo do talvez, que me proporciona incerteza quanto ao que está por vir. Até porque realizo o presente, presa ao passado, projetando o futuro, e sei que é errado. Tenho medo das certezas, que na maioria das vezes me são incertas. Totalmente incertas. Tenho medo do impossível, que já me provou poder tornar-se possível facilmente; quando você menos espera.
Mas tudo é um risco, e ninguém é igual. Se nunca tentasse, não saberia como teria sido se ao menos tivesse permitido acontecer. E carregaria comigo pra sempre aquela incerteza de que poderia ter sido diferente. E como já disse, tenho medo das incertezas.
Tentou e não deu certo? Paciência. Tente novamente que um dia dará. Terá que dar.
Mas se você não permitir que isso aconteça, as oportunidades não cairão no teu quintal, meu caro. E se não deu certo uma vez, duas, três, ou seja lá quantas vezes for, esse não é motivo para você desistir e crer que nunca mais conseguirá. Se você tentou, se machucou e prometeu a si mesmo nunca mais insistir naquilo, pois quebre esta promessa. Ninguém é igual. Não é porque não deu certo com um, que não dará com todos.
Quer a felicidade? Lute.
Quer o amor? Busque.
Quer a confiança? Confie.
Quer a realização? Acredite.
Lute, busque, confie, acredite; e o resto será consequência. Só nunca deixe de tentar.

Beijos e me liga pra contar das suas tentativas :*


PS: É, na falta de alguma coisa com um real conteúdo, eu desenvolvi esse textinho que, como se fosse novidade, eu não gostei.
PS2: Segunda-feira (01), o blog estará comemorando um ano de existência \o/ Eu ainda estou pensando em alguma coisa que eu possa fazer pra comemorar, mas sugestões são super bem-vindas ;)
PS3: Comente, deixe sua marquinha aqui ;)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ponte Aérea Arizona - Roma.

O dia estava para terminar e a tarde começara a cair. O sol passou a sumir dentre as montanhas, deixando apenas um pequeno rastro de claridade. A vista da escrivaninha do quarto dela privilegiava o comodo, sendo a mais bonita de toda a casa. Uma janela ampla, de madeira já um pouco envelhecida, mas oferecia grande aconchego. E sob a mesinha, dezenas de bolinhas de papel amassado, uma folha limpa e uma caneta ao lado.
Ela não sabia por onde começar aquela carta. Não sabia ao menos se deveria escrevê-la, mas decidiu tentar. Todas as folhas rabiscadas e amassadas que estavam espalhadas pela mesa anunciavam que ela não tivera muito sucesso no começo da escrita. Ora ou outra ela parava, olhava para aquele fim de tarde, e perdia não menos que cinco minutos lá, olhando, imaginando e pensando. E era no auge dos seus pensamentos, que um vento batia em seu rosto fazendo-a acordar daquele sonho e voltar a encarar o papel. Ela o alisava com a ponta dos dedos, como se isso fosse ajudá-la a pensar em alguma coisa; depois desviava o olhar para o fino copo de vidro que continha pequenas flores rosas sobre a mesa. E depois disso, voltava a olhar para o papel.
Começou a rabiscar pequenos corações no rodapé da folha, como forma de distração. Ela tinha essa mania: sempre que tinha um lápis e algum pedaço de papel por perto, involuntariamente a primeira coisa que desenhava era sempre corações. Talvez, no fundo, isso realmente significasse alguma coisa. Irritada com a demora para conseguir escrever alguma coisa, ela começou a revirar tudo que havia por perto, na esperança de encontrar alguma coisa que a fizesse lembrar e, consequentemente, saber o que escrever. Procurara por fotos no celular, folheara alguns livros, onde ela tinha também a mania de deixar algumas anotações e comentários sobre o que lia. Procurara também pelas gavetas e até mesmo naquela caixinha preta, onde ela costumava guardar suas lembraças e raramente gostava de revê-las. Mas não, ela não encontrou nada. Nada.
Mas foi em ataque súbito de loucura momentânea que ela percebeu que nenhuma carta no mundo seria capaz de expressar o que ela sentia. E finalmente ela compreendeu que palavras não prometem nada e muito menos conquistam alguém. A verdade é que atitudes expressam muito mais o que se sente do que meros conjuntos inúteis de letras.

“ Arizona, 29 de Maio de 2003.

Meu amor,
Eu te amo.
E tenho certeza de que aí, onde você está, essas três palavras possuem o mesmo significado que têm para mim.

Com muito carinho,
a garota norte-americana

Dest.: Meu Garoto Italiano, Roma, Itália.”

Beijos e me liga para contar da sua carta de amor :*

PS: Comecei esse conto com uma linha em mente, mas acabei fugindo totalmente dela. E deu nessa coisa aí.
PS2: O blog chegou aos seus noventa seguidores e mais de cinco mil visitas \o/ Estou felicíssima, mas se quiserem me deixar mais feliz ainda, é só me ajudarem a chegar aos cem *-* Muito obrigada ;)
PS3: O item número vinte sete da minha Wish List foi cumprido essa semana. Vou começar a fazer teatro ;)
PS4: Passeando pela internet a fora, eu me deparei com uma citação maravilhosa da minha diva Clarice Lispector. E foi uma citação com um fundo tão, tão, tão verdadeiro, que eu tive que postar aqui. Ela está aqui na lateral ->
PS5: Comente, deixe sua marquinha aqui.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

É tudo culpa tua!



São Carlos, 08 de Fevereiro de 2011.

Querido coração insensível,

Veja só, essa já é a segunda carta que te mando em menos de um ano. Realmente não acha que há algo errado nisso? Pois bem, eu tenho certeza.
Só me responda a uma única pergunta: qual é o teu problema? É tão difícil assim colaborar e ao menos tentar me ver bem, ou por algum acaso você está de parceria com aquele cupido sem graça, tolo e cego? Porque sinceramente, nenhum de vocês dois têm juízo.
Onde já se viu usar o meu corpo e mente como instrumento de brincadeira? Porque só pode ser isso. Vocês dois devem se divertir muito me usando, porque nem Deus e nem o Papa consegue contar as vezes que eu fui iludida, enganada e obrigada a acreditar nas palavras de quem não devia nem ter aprendido a falar. E eu te garanto, caro coração, isso não é nada divertido. Não pelo menos ao meu lado da história. Tente se colocar no meu lugar e entender o que se passa na minha cabeça que não tem sossego há um bom tempo, por favor.
Você sabe o que é ir dormir todas as noites desejando um dia melhor e quando acordar, ver que vai ser a mesma coisa de sempre? Ou por algum acaso sabe o que é se perguntar milhões e milhões de vezes o porquê de não ser nem ao menos capaz de amar a pessoa certa? Não, tenho certeza de que você não sabe o que é sentir isso. Até porque você está aqui, quietinho, batendo como se nada estivesse acontecendo comigo. Nem parece que você vive dentro de mim.
E mesmo depois de ter sido esfarelado, me pego pensando em como você ainda tem a ousadia de insistir de novo nessa porcaria toda. De novo? Porque de novo? Não bastam todas as experiências que eu já tive para você entender que isso não vai acabar bem? E dessa vez, menos ainda. É evidente o final dessa história.
Mas não... para você, sempre dá pra recomeçar. Me desculpe, mas comigo as coisas não são assim. Quando os seus últimos recomeços resultaram no mesmo final trágico e doloroso, fica difícil pensar em recomeçar. Só que você, coração insensível, sempre sofre menos. Porque no final de tudo, sou sempre eu quem absorvo todas as dores antes que elas cheguem até você, e acredite, não é nada legal isso.
E antes, um último pedido: vê se toma jeito e seja menos egoísta. Não parece, mas eu ainda tenho um grande poder sobre você. Um estalar de dedos posso fazê-lo parar de bater rapidinho.
Ah, e antes que eu me esqueça, diga ao seu coleguinha de quarto, aquele cupido otário, para que seja mais competente em suas tarefas, porque no quesito 'unir corações' ele é uma verdadeira merda.
Passar bem vocês dois, seus ingratos.


Lembranças, Yasmin.


Beijos e me liga pra contar do seu coração idiota :*

PS: É, mais um texto para a minha coleção de desabafos. Precisava escrever isso.
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Desafio :)

Recebi esse questionário da Iorgama do blog Sonho de Uma Flauta. Obrigada pela indicação, linda ;)

- Descrição -
Nome: Yasmin Vizeu
Idade: 15 anos
Aniversário: 16/11
Emprego: Desocupada, serve?
Estado Civil: Solteira
Onde vive (casa ou apartamento): Casa
Irmãos: Duas irmãs.
Animais: Nina :)
Fuma: Não.
Bebe: Não.

- Aparência -
Piercings: Não.
Tatuagens: Ainda não.
Aparelho nos dentes: Meu fiel companheiro há dois anos --'
Roupas: Tudo que possa ser considerado roupa de verdade.
Cor dos olhos: Castanho escuro.
Cor do Cabelo: Castanho claro.

- Favoritos -
Cor: Coral.
Número: 20.
Animal: Cachorro
Flor: Rosa vermelha.
Comida: Pizza :9
Sabor de Sorvete: Chocolate
Doce: Brigadeiro :9
Bebida Alcoólica: Amarula.
Tipo de música: Tudo aquilo que possa ser considerado música de verdade.
Banda/artista: Taylor Swift Diva \o/
Música: Your Guardian Angel - The Jumpsuit Apparatus.
Livro: Sussurro - Becca Fitzpatrick
Filme: Uma Prova de Amor.
Programa de TV: Raramente vejo tv.
Melhor amigo: Tem mais de um, com certeza.
Dia da Semana: Sábado.
Esporte: Sedentarismo.

- Vida Amorosa - (pode pular essa parte)
Nome da Pessoa Amada: Quando a pessoa amada aparecer, eu respondo essa parte ;)
Estão juntos há quanto tempo: -
E de casados, há quanto tempo: -
Local em que se conheceram: -
Foi amor à primeira vista? -
Quem deu o primeiro passo? -
Já te deu flores? -
A coisa mais doce que ele te deu? -
Um sonho de vocês dois? -
Uma curiosidade do casal? -
Quem tem mais ciúme? -
Ele se dá bem com a sua família? -
E você com a dele? -

- Outros -
Sabe dirigir? Ainda não :,(
Tem carro/ moto? Não.
Fala outra língua? Improviso um inglês, serve?
Coleciona algo? Cartas.
Fala sozinha? Então.................................................................................... falo.
Se arrepende de alguma coisa? Com certeza.
Religião: Católica.
Confia nas pessoas facilmente? Ahan :/
Perdoa facilmente: Perdoar é diferente de esquecer. Perdoar eu perdoo, mas esquecer, jamais.
Se dá bem com os teus pais? Me dou melhor com o meu pai.
Desejo antes de morrer: não sei hm'
Maior medo: Perder meu pai.
Maior fraqueza: Ahh são tantas...
Toca algum instrumento? Não, mas acho lindo piano.

- Alguma vez... -
Escreveu alguma poesia? Sou péssimamente péssima com poesias.
Cantou em público? Não.
Fez alguma performance em palco? Teatro de escola, serve?
Andou de Patins? Siiiim.
Teve alguma experiência que quase morreu? Então... diria que não.
Sorriu sem razão? Sempre.
Riu tanto que chorou? Pergunta pro Bruno, ele é expert em fazer isso comigo.
Como você está se sentindo hoje? Feliz, eu acho.
O que te faz feliz? Estar com quem eu amo. Clichê? Sim, bastante. Mas é verdade, fazer o que né...
Com que roupa está agora? Pijama o/
Cabelo? Preso.
Brincos? Não.
Algo que você faça muito? Pensar.
Conhece alguém que faça aniversário no mesmo dia que você? Sim.
Está confortável com o teu peso? Nem um pouco. Aceita-se doação de oito quilos, tratar aqui.

- Acabe a frase -
Gostaria de ser... feliz.
Eu desejo... não sei o que eu desejo hm'
Muitas pessoas não sabem... mas eu presto atenção em cada palavra que elas dizem, muito mais do que imaginam.
Eu sou... eu. (aaaah jura, yasmin?)
O meu coração é... proporcional ao meu tamanho: pequeno.

Repassar para cinco blogueiros:
Além da Imaginação
Apenas Uma Garota
Memórias Escritas
More Than Words
A Sós Comigo Mesma

Beijos e me liga pra contar do seu questionário :*

PS: Cheguei de viagem \o/ aproveitei bastante, e deu pra descansar a cabeça ;)
PS2: Recebi um selinho novo, passe lá pra dar uma olhada :)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Em meio ao sol de janeiro e o calor do verão.


Ora ou outra, ela se pegava em meio a lembranças. Sabe aquelas típicas lembranças de momentos passageiros, mas que insistem em pesar mais do que deveriam? Pois bem. Qualquer um poderia adivinhar que quando ela estava ali, sentada em qualquer canto, com o olhar fixo no horizonte e a mente muito além dele, certamente estaria a pensar, lembrar e relembrar, sem se cansar, de tudo vivido naquela semana. Uma semana que ela não sabe se tem orgulho ou não de ter deixado que acontecesse.
E também não era muito dificil saber como eram aquelas lembranças. Era como se estivesse escrito em seu olhar tudo o que ela insistia em não apagar da memória e do coração. Ela se lembrava desde todas as vezes que em que ele puxava com o dedo indicador suas mechas louras que insistiam em bagunçar seu rosto, até todas as flores feitas com canudinhos de refrigerante que ele fizera para ela naquela tarde de sábado; haviam delas de todas as cores espalhadas pela mesa da lanchonete. Ela lembrava também da vez em que ele ficou brincando com sua pulseira, enquanto ela falava alguma coisa aparentemente banal. Lembrou-se também da última vez que em que mediram suas mãos, debaixo daquele céu escuro e estrelado, naquela última sexta-feira que passaram juntos. Mas por fim, a lembrança mais cruel que ela tinha era a daquele fim de tarde de domingo, em que ela o viu ir embora. Viu ele entrar naquele carro, colocar o cinto de segurança, dar um último sorriso e ir embora. Naquele momento, foi como se ele estivesse levando consigo uma parte do coração dela.
E hoje, depois de lembrar e relembrar infinitas vezes de cada lembrança, ela não sabe se ri ou se chora por ter vivido um amor de verão como aquele.

*texto fictício*

Beijos e me liga pra contar do seu amor de verão :*


PS: Tenho certeza absoluta que Laís Anjos e Leticia Anjos vão entender perfeitamente a essência desse texto.
PS2: Meninas, estou indo pra praia agora na sexta-feira, e vou ficar um tempinho sem postar..... portanto, tenham paciência :)
PS3: Comente, deixe a sua marquinha aqui :)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que o tédio não faz com uma pessoa...


Em meio a uma tsunami de puro tédio, resolvi fazer um balanço super atrasado sobre os livros que eu li em 2010... Não foram muitos, até porque ano passado eu desperdicei muito do meu tempo com coisas fúteis. E não me lembro onde, mas vi uma frase que dizia algo do tipo "Eu gosto mais de livros do que de pessoas" e é basicamente isso.
Não vou fazer resenha de nenhum deles, porque eu sou péssima nisso; apenas postarei um comentário ou outro sobre o livro.


1. O Diário da Princesa - Meg Cabot.
Comecei a ler a série e simplesmente me apaixonei. A história faz aqueles estilinhos bem 'leitura light' sabe? Sem contar que o jeito de escrever da diva Meg é maravilhoso. No momento estou lendo o volume sete, e pretendo terminar a série até o final do ano.

2. O diário da Princesa - Sob os Refletores.
Volume dois da série.

3. O Diário da Princesa - A Princesa Apaixonada.
Volume três da série.

4. O Diário da Princesa - A Princesa à Espera.
Volume quatro da série.

5. O Diário da Princesa - A Princesa de Rosa-Shocking.
Volume cinco da série.

6. O Diário da Princesa - A Princesa em Treinamento.
Volume seis da série.

7. Traição Entre Amigas - Thalita Rebouças.
Dos livros da Thalita, esse foi o que eu mais gostei. Se você for julgar pelo título, dirá que não vale a pena, mas te garanto que a história é bem mais atrativa do que a capa. Na época em que o li, a história meio que caiu como uma luva na minha mão e, de certa forma, me foi muito útil.

8. Fala sério, mãe! - Thalita Rebouças.
Mais um livrinho da Thalita. Este eu diria que foi mais um passa-tempo, porque o li em um piscar de olhos, e foi mais para apreciar o bom humor que a autora costuma usar em seus livros.

9. Fala sério, amor! - Thalita Rebouças.
Idem.

10. Venha Ver o Por-do Sol- e Outros Contos - Lygia Fagundes Telles.
Como todos já sabem, eu sou apaixonada por contos. E eu realmente adorei este livro. É curtinho, mas tem contos bem legais. Isso sem mencionar que a Lygia escreve super bem.

Deixei os melhores para o final \o/

11. A Cabana - Willian P. Young.
FANTÁSTICO. Acho que essa é a única palavra que o descreve. Um livro clássico, e acredito que não tem uma pessoa que ainda não o leu. Não foi o melhor livro que eu já li, mas com certeza está entre os melhores. A cada capítulo você consegue tirar pelo menos uma reflexão, e nele eu li uma frase que carrego sempre na ponta da língua: "A confiança é fruto do relacionamento em que você sabe que é amado".

12. A Menina Que Roubava Livros - Marcus Zusak.
Um outro clássico, mas muito bom também. E foi fundamental lê-lo antes de estudar o capítulo sobre a Segunda Guerra Mundial na escola. É um livro um pouco extenso e cansativo, mas com um pouco de paciência e vontade de descobrir o final, consegui lê-lo e adorei.

13. Sonho de Uma Noite de Verão - William Shakespeare.
Foi a minha primeira obra de Shakespeare é, eu nunca li Romeu e Julieta. É um livro interessante, de português complicado, mas como no clichê Shakespeariano, no final sempre morre alguém pronto, contei. Mas é um romance muito bonito.

14. Sussurro - Becca Fitzpatrick.
Esse foi/é/será o melhor livro que eu já li, sem comparações. Não sei se eu me identifiquei demais com a Nora Grey, ou o quê, mas só sei que é fantástico. É aquela historia que você se prende DEMAIS e quando chega no final, dá vontade de chorar porque acabou. Eu amei.

15. Querido John - Nicholas Sparks.
Basicamente: mil vezes melhor que o filme. Sem contar que mudaram tanto a história na hora de adaptar para o cinema, que por um segundo o final fica quase irreconhecível. Mas fora isso, é um livro bem gostoso de se ler.

Ufa, terminei. Foram esses os meus livros de 2010.
E que venham mais em 2011 \o/

Beijos e me liga pra contar dos seus livros :*


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

05h05

( 05h05)

O celular vibra e ela acorda assustada.
“Alô?”
“Bom dia, meu amor.”
“Quem tá falando?!”
A ligação cai.

(06h06)
O celular torna a vibrar, dessa vez um SMS.
“Enquanto estiver longe daqui, pensa em mim. E eu vou estar pensando em ti. Se cuida aí e lembra que tem alguém aqui que te ama mais que qualquer coisa.”
O coração dela acelera. Ela não consegue mais dormir.

(07h07)
Outra ligação.
“Quem é você, e porque está fazendo isso?”
“Porque eu te amo.”
Nesse exato instante, alguém bate na porta de vidro que permitia acesso à sacada. Ele estava ali. Ela abre a porta e o vê.
“Você fica linda enquanto dorme, sabia?”
Ela ri. “Há quanto tempo você está ai?”
Ele olha para o relógio. “Desde ontem a noite.”
Ela dá um sorriso e ele a abraça.


Beijos e me liga pra contar quem estava na sua varanda :*


PS: Esse textinho sim tá sem graça, não neguem! Mas é que não tinha outro pra postar :x Fiz ele há um tempinho e só dei uma editada... :)
PS2: Consegui o 2º lugar na edição Conto/História do Projeto Bloínquês da semana passada com "Uma lembrança impossível de esquecer" \o/
PS3: Essa semana cumpri o item número 01 da minha Wish List, ae ae \o/
PS4: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Aprenda.

Aprenda a chorar, e eu enxugarei tuas lágrimas.
Aprenda a ouvir, e eu te direi tuas verdades.
Aprenda a falar, e eu escutarei teus desabafos.
Aprenda a perdoar, e eu esquecerei teus erros.
Aprenda a sentir, e eu devolverei teus sentimentos.
Aprenda a esquecer, e eu guardarei tuas lembranças.
Aprenda a abraçar, e eu te darei o teu abraço.
Aprenda a viver, e eu mostrarei tua felicidade.
Aprenda a ser feliz, e eu estarei contigo. Pra sempre.
Aprenda a amar, e eu te amarei. Pra sempre.
Aprenda a aprender, e isso te tornará humano. Pra sempre.

Beijos e me liga pra contar o que você quer que aprendam :*



PS: Mais um dos meus textinhos sem graça e que tenho certeza que poucos entenderão a verdadeira essência dele. Talvez só eu o entenda mesmo, mas enfim...
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O tal do Livro Vermelho.

Chovia. Olhei pela janela e mal conseguia ver a cidade. Além dos respingos de água no vidro, a neblina ajudava a embaçar a vista que eu tinha do décimo terceiro andar do prédio. Era uma das paisagens mais bonitas da cidade, te garanto. Mas com a chuva que caia, o que eu via dali só deixava uma sensação de angústia. De pés descalços e pijama ainda um pouco amassado, saí do quarto, e atravessando o corredor, me deparei com uma caixa de papelão onde havia meu nome escrito com caneta grossa e em letras grandes. Não hesitei em abri-la, e o que havia dentro dela me trouxe boas lembranças.
Era ali que estavam as cartas, objetos, bilhetes e todas as lembranças que eu tinha de quando morávamos em Washington. Já tinha me adaptado ao ritmo brasileiro, afinal, cinco anos morando aqui não é qualquer coisa. Gosto bastante dessa cidade; ter o mar a sua disposição realmente é bem empolgante. Mas nada se compara a tudo que eu vivi nos Estados Unidos; montei toda minha história lá e fora obrigada a partir sem ao menos ter a chance de termina-la com um final feliz. Mas tive a oportunidade de recomeçá-la por aqui, o que por sinal está dando certo.
Peguei a pesada caixa que estava no chão e a levei para o quarto. Joguei-a na cama, me sentei e depois de revirar algumas coisas por ali, encontrei um livro de capa vermelha aveludada. Confesso que quando o vi, senti meus olhos se encherem d'água. Fiquei um pouco em choque com o que havia encontrado, afinal, eu tinha quase toda a certeza de que tinha o perdido na viagem. Era o meu livro. O livro que eu montara durante toda a minha infância e parte da adolescência que passara nos Estados Unidos. Nele haviam fotos coladas com cola branca, desenhos rabiscados com giz de cera e pequenas anotações nos roda-pés das páginas. Cada capitulo que eu separara daquele caderno, representava uma época da minha vida, e quem nela havia estado. Poderia dizer que toda minha história estava arquivada ali, naquele livro vermelho.
Passei a palma da mão na capa, com o intuito de tirar um pouco da poeira que estava ali, e pude ver melhor as imagens coloridas que me fizeram lembrar, como se fosse hoje, de tudo. Estava com um aspecto meio antigo. Fui brutalmente atingida pela saudade ao folhear cada página daquilo, o que me fez cair em um choro descontrolado. Mas eu só senti uma sensação diferente quanto parei na metade do livro, na página quarenta e nove, para ser mais precisa. Foi quanto eu passei os olhos por todas aquelas fotografias de amor, todos os corações avermelhados que haviam sido desenhados com canetinha, e todas as frases apaixonadas que foram escritas a lápis. Havia escrito-as a lápis, para que pudesse apagá-las depois.
E me deu mais saudade ainda. Saudade de quando eu amei e fui amada, de quando eu acreditava que poderia ser feliz para sempre, de quando eu pensava que o 'para sempre' realmente existia. Saudade da inocência que eu ainda tinha naquela época, e do coração intacto que eu carregava comigo. Saudade de ser quem eu era. Saudade de ter quem eu tinha.
Mas aquele livro vermelho serviu para me ensinar que um dia a vida te obriga a abrir os olhos e seguir em frente, mesmo que para isso você tenha que mudar de país. Mudar faz bem; mas recomeçar, faz um bem maior ainda.

*texto fictício*

Beijos e me liga pra contar quantas vezes já te obrigaram a mudar :*


PS: Fiquei super feliz por saber que todos gostaram do novo layout do blog *-*
PS2: Comente, deixe sua marquinha aqui :)

Questionário.





Fui indicada pela linda da Laís Anjos do blog Além da Imaginação, para responder esse questionário. Então vamos lá:

1-Qual o seu objeto mais pessoal?
O celular, com certeza :x
2-Que tipo de música você prefere?
Tudo que não engloba samba, pagode, axé, rap e funk.
3-Tem alguma música em especial? Por que?
You - The Pretty Reckless. Me traz algumas lembranças, boas ou não.
4-Gosta de ver fotos?
Muuuuuito.
5-Qual foi o último filme que viu no cinema?
Harry Potter... Percebam como a pessoa anda desatualizada :)
6-Você é convencido?
Pergunta pro Renan, ele certamente saberá te responder, porque disso ele entende IASUASUIASSAU brincadeirinha, não sou não.
7-Quais problemas mundiais te preocupam mais?
A fome, com certeza.
8-Até onde é capaz de ir por amor?
Depende que tipo de amor é esse. Mas nunca parei pra pensar sobre.
9-Gosta de ler?
Amo ler.
10-O que achas muito romântico?
Tudo que for feito com amor é romantico.
11-O que você acha da homossexualidade?
A pessoa sabe o que tá fazendo, então vá em frente. Não tenho preconceito.
12-Ainda faltam muitos sonhos para você realizar?
Quase todos :x
13-Você é capaz de morrer por alguém?
Se esse alguém for o meu pai, sim.
14-Você acredita em horóscopo? Por quê?
Passei a acreditar e agora virou mania espiar o horóscopo todos os dias :x
15-Você é organizado?
Nem um pouco.
16-Você tem medo de andar de avião?
Não.
17-Gosta de sol? Praia?
Só gosto do sol se eu tiver uma praia ou piscina a minha disposição, caso contrário não.
18-Você usa óculos?
Só de sol. O que aliás, é uma outra mania minha.
19-O que você faz aos sábados pela manhã?
Durmo (?)
20-Você vê muita TV?
Só quando não estou no computador.
21-Tens algum fetiche?
Vem aqui que eu te conto (6) IASUAUSIASUASUA alok.
22-O que você mudaria no mundo?
Não sei.
23-Você é vaidoso (a)?
Imagina, quase nada viu (u) SOU MUITO VAIDOSA aisuasusaiu
24-Você gosta dos seus vizinhos?
Nada contra.
25-Gosta de sopas?
Não muito.
26-A que horas você se levanta?
Ultimamente não acordo antes das 11h.
27-Partilhas teu quarto com alguém?
Irmã querida -n .
28-Você é uma pessoa simples?
Acho que sim.
29-Você tem boa memória?
Só quando eu quero.
30-Você vê desenho animado?
Quando não tem outra coisa, vai desenho mesmo né... hahaha
31-Tens jeito para escolher presentes?
Acho que sim.
32-Você já acampou?
Só no quintal de casa. Odeio mato.
33-O que fazes nas férias de verão?
Se Deus quiser, praia.
34-Sais à noite? Onde costuma ir?
Quando dá. Cinema, shopping, restaurantes e afins.
35-Primeira coisa que você lava no banheiro?
Rosto.
36-Com quem você vai estar hoje à noite?
Só Deus sabe.
37-O que você vai fazer amanhã?
Amanhã é sexta? Provavelmente nada.
38. Quando foi a ultima vez que chorou?
Ontem, assistindo "Uma Prova de Amor" pela milhonésima vez. Ain, aquele filme acaba comigo :')
39-Estação preferida?
Inverno.
40-Alguma vez já bateu em alguém?
Já MUAHAHA
41-Qual foi a última pergunta que você fez?
Você vai lá hoje, mãe?
42-Diz o que te vier à cabeça:
Sono.

E eu indico o questionário para............................ tan-tan-tan-taaan
Lisandra Lavigne :)

PS: Eu sei que a imagem não tem nada a ver com o post, mas eu achei bonitinha e resolvi postar AUSIASU